Tornar visível o invisível é diferencial da ForeScout em segurança IoT

Nycholas Szucko, gerente geral Brasil e Sul da América Latina, chega à empresa para virar jogo

O momento da empresa de segurança em Internet das Coisas (IoT) ForeScout em solo nacional é de expansão. Em sintonia com o ritmo em que cresce o interesse por pendurar nas redes corporativas um universo de dispositivos. “Agora, é preciso nos proteger até de uma impressora”, alerta Nycholas Szucko, recém-chegado ao cargo de gerente geral Brasil e Sul da América Latina da ForeScout.

O executivo destaca que o crescimento da empresa no País e região será trilhado por meio da rede de parceiros e para isso está atualizando o Programa de Canais, que foi reforçado com a Westcon, seu primeiro distribuidor no Brasil. Uma movimentação providencial, considerando que que o número de dispositivos conectados no mundo deve chegar a 30 bilhões de coisas até 2018, segundo o instituto de pesquisa global Gartner.

Atento à estimativa do Gartner de que até 2020 mais de 25% dos ataques identificados nas empresas terão envolvimento com dispositivos conectados de IoT, Szucko defende o diferencial da tecnologia da empresa. “Oferecemos ao cliente a visibilidade também do que está, na maior parte dos casos, invisível na rede”, afirma.

Segundo ele, assim que a solução é instalada, o cliente tem o retrato instantâneo de todo o cenário da rede e então identifica e avalia dispositivos, sistemas, aplicativos e usuários em todos os pontos. “A visibilidade em tempo real e a consciência contextual proporcionam aos clientes finais informações sobre o mapeamento de um usuário, ou dispositivo na rede ou na nuvem”, explica.

Pulo do gato
Essa visibilidade é que permite o controle da rede e gerenciamento da segurança por meio de um único painel. “Esse recurso gera uma vantagem de negócio, visto que o profissional responsável pelo gerenciamento da rede e sua segurança pode tomar decisões rápidas e traçar estratégias como evitar os desafios de segurança existentes e em ambientes na nuvem ou decidir sobre a necessidade de implementar mais de uma solução de segurança.”

Depois de obter em tempo real o retrato da rede, diz Szucko, é a vez de classificar cada dispositivo conectado, possibilitando a criação de famílias de dispositivos, que eleva a visibilidade a um patamar mais inteligente e estratégico. “Essa classificação pode obedecer a critérios ligados ao negócio, formando um desenho personalizado de visibilidade da rede”, destaca.

A fase seguinte, a de controle, é que abriga processos de consultoria, com criação de políticas de segurança que, agora, tornaram-se mais fáceis de serem traçadas e implementadas. “Isso porque a visibilidade parte do macro, com o panorama de toda a rede, e pode descer a detalhes como a quantidade de máquinas em um departamento, quais sistemas e aplicativos rodam neles, antivírus instalados, entre outros dados até de um computador específico somente.”

Os parceiros são vitais para dar prosseguimento à exploração dos benefícios proporcionados pela tecnologia, segundo Szucko. “Eles é quem irão somar com serviços de consultoria e outros que, com o cenário exposto e organizado, irão agregar valor ao ambiente controlado e seguro”, afirma o executivo. Essa fase ele classifica de Osquestração. É quando todas as estratégias podem ser construídas em um ambiente eficiente e protegido, dando lugar aos objetivos de negócio.

No mês passado, a ForeScout anunciou a solução na nuvem para Amazon Web Services (AWS). De acordo com Szucko, ela oferece visibilidade e controle contínuo em tempo real das implantações e permite que as equipes de TI e de segurança aprimorem a proteção das suas cargas de trabalho na nuvem e tenham uma visão mais abrangente em relação às vulnerabilidades da rede em ambientes dentro e fora da nuvem.

Szucko diz que os setores que devem ser despertados principalmente por aqui são Serviços Financeiros, Governo, Saúde, Manufatura, Varejo e Automotivo. “Acreditamos na expansão desse mercado e estamos trabalhando para facilitar o gerenciamento, controle e segurança desses novos ambientes de rede”, finaliza.

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