Com orçamento mais apertado, CIOs devem recuar migração para nuvem

Morgan Stanley mostra previsão de migração em empresas abaixo de projeções

Relatório do Morgan Stanley aponta que CIOs de empresas nos EUA e Europa devem migrar 21% das suas aplicações para nuvem pública neste ano, e 46% até 2020. O número é acima dos atuais 16%, mas abaixo de projeções anteriores.

As conclusões são baseadas em uma pesquisa com mais de 100 CIOs de empresas norte-americanas e europeias de diversos setores, com receitas anuais acima de US$ 500 milhões

A taxa de migração para a nuvem indica um “ritmo ligeiramente moderado de adoção” em relação a previsões anteriores, segundo o relatório.

Parte da razão é uma readequação no planos de gastos de TI. Embora os gastos em hardware e software devam permanecer praticamente estáveis, os gastos globais com TI devem crescer 3,5% em 2017, ante uma previsão de 4,1% em outubro, segundo o relatório.

A revisão em baixa reflete, em grande parte, a orçamentos de TI mais apertados em empresas europeias, que deverão crescer em média 2,6%, ante 3,7% no ano passado.

Para os CIOs pesquisados, caso as condições econômicas piorem no período, os softwares de segurança, conformidade, CRM, computação em nuvem e aplicativos ERP serão os aplicativos mais prováveis para continuarem a obter aprovações de orçamento. A despesa com hardware de infraestrutura seria a área mais provável de perder investimentos.

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