Infraestrutura atualizada e boas práticas são peça-chave para manter empresas seguras

Infraestrutura atualizada e boas práticas são peça-chave para manter empresas seguras

CIO da AES Brasil, Antonio Narvaez, conta a importância de manter a segurança da informação em dia, especialmente quando se trata de uma fornecedora de energia elétrica

Conectividade, agilidade, flexibilidade e alta velocidade da tecnologia. Esses são alguns dos benefícios que a era digital trouxe para o mundo atual. Mas isso vem com um preço: tudo passa a ser alvo de agentes maliciosos e toda a estrutura pode ser comprometida.
 
Para proteger-se, é preciso implementar soluções de segurança robustas. A lista de cuidados inclui ainda boas práticas corporativas, especialmente em setores críticos, como o de energia elétrica, no qual atua Antonio Narvaez, CIO da AES Brasil.
 
“Estamos na era digital. Ela veio para ficar e irá crescer a cada dia. No setor de energia, isso significa que a usina, de alguma forma, vai estar conectada com o medidor eletrônico na casa do cliente. Essa grande conexão que existe entre os mundos traz implicações para a segurança”, disse Narvaez na abertura da sua apresentação no Intercâmbio de Ideias no IT Forum 2015, realizado de 17 a 21 de abril na Praia do Forte (BA).
 
Para o executivo, a ordem atual para essa área é: se não conseguir eliminar o risco por completo, ao menos tente reduzir a probabilidade de ele acontecer. “Temos de reduzir ao máximo, o quanto o investimento permitir”, afirma. “Para aquele risco que entendemos que ainda está presente, temos de nos preparar para reagir quando ele se materializar”, aconselha.
 
Manter-se atualizado, dos filtros de conteúdo ao software embarcado e toda a infraestrutura de segurança, é mandatório. Também é necessário ter planos de contingência e análises posteriores ao acontecimento de algum incidente, indica Narvaez.
 
No caso da AES Brasil, sendo uma empresa do setor de energia, qualquer risco relacionado à segurança é crítico. “O setor de utilities é o mais visado para ataques, por ser um setor de infraestrutura crítica. Se você cria um pequeno blackout em uma determinada região, por exemplo, tem-se o caos”, afirma o executivo.
 
E essa questão fica ainda mais ampla quando inserimos o home office no cenário. “A dinâmica de ter funcionários trabalhando fora da empresa traz riscos, porque eles estão conectados à minha rede. O mesmo ocorre com empresas parceiras, que também são foco de atenção”, conta Narvaez.
Comentários
As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicados refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da IT Mídia ou quaisquer outros envolvidos nessa publicação.

Notícias Relacionadas

Copyright 2017 IT Mídia. Todos os direitos reservados.
É proibida qualquer forma de reutilização, distribuição, reprodução ou publicação parcial ou total deste conteúdo sem prévia autorização da IT Mídia.