Para Citrix

Para Citrix, virtualização garante agilidade e inovação em tempos de instabilidade

Luis Banhara, country manager da Citrix no País, acredita que tecnologia pode ser caminho frente à crise

Virtualizar aplicações ou um parque de máquinas pode significar enorme ganho de produtividade e eficácia, além de flexibilidade e escala, como no case apresentado durante a conferência da Citrix em Las Vegas (EUA) pelo Hospital Presbiteriano de Nova York (NYP), no qual o desafio era entregar poder computacional para um conjunto de aplicações que requeriam uma estação de trabalho poderosa, sendo que a escolha foi virtualizar as máquinas e investir no poder computacional do data center.

Mas considerando orçamentos cada vez mais limitados de TI, a pergunta que fica é: será que a conta fecha? Conforme destacou Luis Banhara, country manager da Citrix Brasil, em entrevista ao IT Forum 365, geralmente não há um orçamento para fazer essa virtualização: esse dinheiro vem da realocação de orçamentos, por exemplo. Assim, a economia acontece quando há a escolha pela virtualização em vez da troca de PCS.

“Mas essa conta fecha, ela tem de fechar. Então, se considerarmos o custo da infraestrutura Citrix, o custo do data center, o custo da linha de comunicação no business case, a conta fecha, sim”, reforça o executivo, que lembra que a companhia hoje possui no Brasil empresas com 30 a 35 mil usuários finais.

Com os diversos anúncios e evoluções do portfólio de soluções apresentados durante a abertura do Sinergy 2016, evento anual da fabricante, a companhia mostra que quer possibilitar que cada vez mais organizações consigam aproveitar de maneira inteligente seus recursos, reduzindo custos. Dessa forma, as mais variadas demandas têm levado um número crescente de organizações a optarem pela virtualização, comenta Banhara, sendo que no País a companhia possui clientes das mais diversas indústrias, como saúde, financeiro, escritórios de advocacia, grandes bancos, educação, manufatura e varejo, a maioria de médio a grande portes.

“Crescemos no ano passado sobre o ano anterior e a expectativa é manter o mesmo ritmo e saltar dois dígitos esse ano”, projeta, destacando a importância do ecossistema de canais parceiros no Brasil para impulsionar a adoção das novas ofertas.

De acordo com o executivo, as atualizações das soluções de virtualização da Citrix para desktop, mobile e app (XenDesktop, XenMobile e XenApp) integram em uma suíte apoiada pela oferta de infraestrutura de rede (NetScaler) e pelo armazenamento em nuvem ou on-premise (NetScaler), sintetizando o conceito de workforce-as-a-service e permitindo à companhia falar sobre mobilidade com bastante propriedade.

Ele também reforça a integração dos sistemas da Citrix com a nuvem, especialmente da Microsoft por meio da parceria anunciada no evento. “A Citrix já possuía uma conexão muito boa com a Azure e agora ela foi otimizada, permitindo mais flexibilidade para provisionar nas nuvens a um custo menor. Criar uma conexão que seja eficiente e provisionável não é trivial”.

Dizer “sim”

Acompanhar a agilidade dos negócios e o time to market sem perder a atenção com a segurança, dentro de um orçamento limitado, é desafio atual dos CIOs. E a Citrix tem trabalhado nos últimos anos para permitir que equipes de TI possam dizer “sim” aos seus usuários e implementar inovações.

“Na virtualização, a segurança nunca deixou a empresa, tudo acontece no data center. Antes, o CIO precisava escolher entre experiência de usuário ou segurança. O certo é eleger os dois, caso contrário não há produtividade”, reitera o country manager.

Nesse sentido, o grande foco da companhia nos últimos anos tem sido entregar o espaço de trabalho com as ferramentas necessárias para que os talentos consigam desempenhar sua função da melhor maneira possível, independentemente se esses estão trabalhando no escritório ou remotamente.

E se hoje já é possível trabalhar de qualquer lugar e de qualquer dispositivo, ainda há diversos desafios a serem superados não apenas para quem gerencia a complexidade das tecnologias, mas também questões regulatórias e até mesmo barreiras culturais, como o fato de um funcionário poder trabalhar remotamente, o que para muitas empresas ainda gera um fator de desconfiança.   

Para Banhara, empresas estão cada vez mais atentas para o ambiente de trabalho do futuro, no qual a prioridade é fazer com que o profissional seja mais produtivo no ambiente mais confortável, no dispositivo mais adequado e dentro da linha de comunicação disponível. Mais do que uma facilidade e economia de resultados, esse é um fator de motivação e engajamento, especialmente para uma geração tão conectada que está vindo pela frente.

*A jornalista viajou a Las Vegas (EUA) a convite da Citrix

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