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4 usos do reconhecimento facial

Tecnologia ganha destaque no Carnaval. Rio de Janeiro usará tecnologia em Copacabana para identificar criminosos

Redação

25/02/2019 às 13h36

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A tecnologia de reconhecimento facial está se popularizando cada vez mais no Brasil e no mundo, e a cada dia mais empresas optam pelo seu uso para agilizar a vida de seus clientes, aumentar a segurança de seus negócios e até mesmo explorar novas possibilidades de marketing.

Associada ao uso da inteligência artificial e dispositivos IoT, essa tecnologia tem ganhado novas aplicações. Conheça algumas das aplicações da tecnologia.

Comando para ações

Em ambientes corporativos, a solução permite, por exemplo, que cada vez que o sistema reconhece um rosto, seja emitida mensagem para abrir uma fechadura, acender as luzes, enviar alertas ou alguma outra ação que esteja programada automaticamente.

Acesso

O reconhecimento facial é um sistema que garante também segurança para entrada e saída de pessoas autorizadas, facilitando o dia a dia em grandes centros comerciais, condomínios e áreas industriais. Com o sistema é possível controlar o acesso em áreas restritas ou de alta periculosidade, evitando assim a circulação de pessoas não autorizadas.

De acordo com Mauro Peres, diretor comercial da Alert System, essa tecnologia era muito usada em ambientes de alta segurança e atualmente esse recurso está muito mais amplo nas indústrias e em áreas públicas.

Smartphones

Além destas aplicações, o reconhecimento facial está presente na vida pessoal dos consumidores cada vez com frequência, desde que foi lançado o Face ID no iPhone em 2017, e logo depois em outros sistemas de segurança disponíveis em aparelhos Android. Atualmente se usa a biometria facial não só para desbloquear os smartphones, mas também para fazer pagamentos e até para abrir o WhatsApp, em uma função por enquanto restrita ao iPhone.

Fiscalização

Apesar de existirem muitos questionamentos com relação a questão da privacidade dos cidadãos, a tecnologia de reconhecimento facial chegou para ficar, com todos os benefícios que pode oferecer. Com critério e principalmente, com uma fiscalização eficiente, é possível sim usar a biometria facial para evitar crimes, otimizar serviços e aumentar a segurança de todos, seja em espaços públicos ou ambientes privados.

Como funciona?

Na prática, o reconhecimento facial faz a checagem entre os rostos capturados no vídeo em tempo real e um banco de dados de imagens armazenadas. Quando a câmera captura um rosto, a checagem ocorre em tempo real e concede ou nega o acesso, ou aciona um alarme para alertar as partes para que as medidas sejam tomadas.

“Essa tecnologia vem se popularizando graças aos avanços recentes, que aumentaram a precisão do sistema, mesmo que a pessoa esteja usando chapéu, óculos escuros e outros artifícios”, explica Peres.

Desafios

Um dos desafios da biometria facial é o seu uso em locais em que há grande aglomeração de pessoas. O governo do estado do Rio de Janeiro começará a usar neste carnaval um sistema de segurança com reconhecimento facial nas ruas do bairro de Copacabana, com o objetivo de identificar criminosos.

O rastreamento facial será feito por meio das câmeras de trânsito e de segurança já instaladas nas ruas do bairro de Copacabana, mas também prevê a instalação de outras, e servirá como um teste da eficácia do sistema, que poderá ser implantado em outras regiões da cidade.

Além de rostos, o sistema vai identificar placas de veículos para localizar carros roubados, neste caso com dados do Detran/RJ. As imagens serão enviadas para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), onde serão cruzadas com o banco de dados da Polícia Civil no caso dos rostos, ou do Detran/RJ no caso de carros.

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