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Apesar da resistência, líderes enxergam inteligência artificial como positiva

Déborah Oliveira

28/06/2017 às 13h04

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Empresas devem adotar a automação inteligente nos próximos três anos caso queiram se diferenciar pela inovação. Essa é uma das conclusões de pesquisa global encomendada pela Avanade, consultoria de soluções digitais. O levantamento, realizado com 400 executivos C-Level e 400 tomadores de decisão em TI de oito países, também indica que metade dos líderes globais, ao contrário do senso comum, acredita que a automação inteligente aumentará a força de trabalho humano, em vez de substituir empregos.

Entre os entrevistados, 79% reconhecem que a resistência interna à tecnologia de automação inteligente é um inibidor para a sua implementação. No entanto, os líderes empresariais devem superar as questões culturais para impulsionar o crescimento futuro.

De acordo com o levantamento, 31% das organizações já estão usando automação inteligente e a previsão é que, até 2020, o dobro das empresas adote esta tecnologia e 86% dos líderes empresariais globais acreditam que sua organização deve implantar a automação inteligente nos próximos cinco anos para tornarem-se líderes em seus setores.

Além disso, automação inteligente possibilitará que mais trabalhadores estejam disponíveis para concentrar em tarefas complexas e, sobretudo, em inovação.

A pesquisa também alerta que é preciso adotar novas habilidades para permanecer relevante no setor de automação. Quase dois terços (60%) dos líderes empresariais pesquisados acreditam que a compreensão de tecnologias novas e emergentes, como inteligência artificial, e a capacidade de gerenciar uma força de trabalho especializada, serão mais importantes para a competitividade nos próximos cinco anos do que as especializações tradicionais, como vendas e marketing.

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