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Basf e HPE vão desenvolver supercomputador para pesquisas na área química industrial

Guilherme Borini

30/03/2017 às 14h01

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A empresa química Basf e a Hewlett Packard Enterprise (HPE) firmaram um acordo de colaboração para desenvolver um dos maiores supercomputadores do mundo, com foco em pesquisa química industrial. O equipamento ficará na sede da Basf, em Ludwigshafen, na Alemanha.

Com base na última geração de sistemas Apollo 6000 da HPE, o novo supercomputador conduzirá a digitalização da pesquisa mundial da companhia química, reduzindo de meses para dias, o tempo de simulação computadorizada e modelagem

Martin Brudermueller, vice-presidente do conselho de administração e diretor de tecnologia da Basf, destaca que o novo equipamento promoverá a aplicação e o desenvolvimento de abordagens complexas de modelagem e simulação, abrindo novos caminhos para nossa pesquisa na BASF. "O supercomputador foi projetado e desenvolvido em conjunto por especialistas da HPE e da BASF para atender precisamente às nossas necessidades", afirma.

Como parte da estratégia de digitalização da Basf, a empresa planeja expandir significativamente suas capacidades para executar experimentos virtuais com o supercomputador. "Na atual economia baseada em dados, a computação de alta performance desempenha um papel fundamental na condução de avanços na exploração espacial, na biologia e nas pesquisas de inteligência artificial", afirmou Meg Whitman, presidente e CEO da HPE. "Esperamos que este supercomputador ajude a BASF a realizar cálculos extraordinários com uma velocidade impressionante, gerando uma ampla gama de inovações para resolver novos problemas e auxiliar no avanço do mundo", completa.

Com o auxílio dos processadores Intel® Xeon® e com a arquitetura de baixa latência e grande largura de banda (bandwidth) Omni-Path da Intel®, além do software de gerenciamento da HPE, o supercomputador atua como um único sistema. Com um desempenho eficaz de mais de 1 Petaflop (1 Petaflop equivale a um quatrilhão de operações de pontos flutuantes por segundo), é possível que uma infinidade de nós consiga executar simultaneamente tarefas altamente complexas, reduzindo drasticamente o tempo de processamento.

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