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Conectar, aprender e evoluir são chave para aumentar participação feminina no mercado

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em Capacitação

1 mês atrás

Programa da Google capacita diferentes grupos de mulheres brasileiras, ajudando-as a criar suas próprias oportunidades econômicas

O Programa Womewill, do Google, ajuda mulheres a usar a tecnologia para desenvolver suas habilidades, encontrar inspirações e interagirem entre si por meio de treinamentos, eventos e ativismo. O objetivo é incentivar diálogos que promovam a igualdade de gênero e assim gerar benefícios para a sociedade.

Em 2018, o projeto foi realizado mensalmente no Campus São Paulo e também contou com edições especiais em Brasília, Teresina, Natal, Salvador Fortaleza e João Pessoa. Em São Paulo, foram 16 horas de treinamento, divididas em dois dias, focando especialmente em grupos femininos que não tiveram acesso a programas de capacitação, como mães de filhos pequenos, mães solo, mulheres com mais de 50 anos e mulheres transgêneros. Até momento, mais de 10 mil mulheres já foram treinadas.

Para a última edição de São Paulo, o foco foram as mulheres negras. Para essa etapa, no total, inscreveram-se aproximadamente mil mulheres. Porém, após o processo seletivo, 90 beneficiadas conseguiram aproveitar os dois dias de treinamento. A inscrição foram feita pelo site da iniciativa, os critérios de seleção estavam ligados ao acesso à educação formal, dando mais espaço para as mulheres que não têm acesso.

Autoconfiança

No encontro, foram tratados temas relacionados a empreendedorismo, soft skills, negociação, educação financeira e treinamento em ferramentas digitais, junto com algumas discussões sobre os desafios atuais para elas no mercado. Entre as palestrantes estiveram Rachel Maria, CEO do Grupo Lacoste, Monique Evelle, sócia e head de Insights e Planejamento Criativo da Sharp, Xan Ravelli, Youtuber, Karem Luci, empresária, e Jandaraci Araujo, CEO e cofundadora da BP9 Business Partners.

Ao longo do treinamento, foram trabalhadas tanto habilidades ligadas ao desenvolvimento profissional como pessoal, uma vez que o primeiro passo para que as mulheres participem mais na economia é trabalhar a confiança em si mesmas. Um primeiro passo para esse empoderamento foi por meio de palestras que fortalecem a identidade como negras junto com mulheres que as inspirassem pela sua história de vida.

Caminho à independência

Também foram trabalhadas algumas ferramentas que o Google oferece para as empreendedoras tornarem seus negócios realidade. Foi explorado, por exemplo, a criação de paginas web, e-mail marketing e gerenciamento de mídias sociais. Os instrumentos estão focados na consolidação da presença digital, que é uma necessidade para qualquer negócio em nascimento, ou mesmo para empresas já estabelecidas.

O programa sabe que as mulheres precisam estar preparadas, porque a demanda do mercado quando o assunto é talento humano está crescendo a passos gigantescos, o que representa oportunidade para elas. Segundo disse Erica, uma das participantes do programa, as mulheres negras estão se preparando e indo mais atrás de formação profissional em comparação com os homens, mesmo com as barreiras atuais existentes. Por isso, é essencial que elas sejam parte significativa do mercado.


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