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Em nova fase, Autodesk sai da sombra do Autocad

Por

em Carreira

2 anos atrás

Sylvio Mode, presidente da Autodesk no Brasil, consumiu seus quase 12 meses à frente da operação da companhia explicando para familiares, amigos e clientes que não trabalha na “Autocad”, o software mais famoso da organização muito usado por arquitetos e engenheiros para elaboração de desenho técnico 2D e criação de modelos 3D.

A confusão era natural, uma vez que, nos últimos anos, o Autocad se tornou mais popular do que a marca, ganhando praticamente vida própria. “O último ano foi um divisor de águas para a Autodesk. Saímos de uma empresa focada em um produto com grande hegemonia no mercado, para uma companhia que atua com base em três grandes frentes: arquitetura, engenharia e construção (AEC); manufatura; e mídia e entretenimento”, explicou o executivo em conversa com o IT Forum 365.

Hoje, AIC continua sendo responsável por metade dos negócios da empresa, apesar de ter sofrido com junto com a queda do segmento de construção em função da Lava-Jato, mas os demais negócios crescem e manufatura responde por 30% e mídia 5%. Este inclusive, um segmento que tem levado visibilidade para a Autodesk, já que nos últimos dez anos todos os filmes indicados ao Oscar na categoria Melhores Efeitos Especiais usaram software da companhia.

Nessa nova fase, explica ele, a Autodesk atua com a leveza e a agilidade de uma startup. E a empresa, tem, ainda, apostado em novas tecnologias para se destacada no mercado como realidade virtual.

Os resultados da estratégia remodelada já começam a aparecer. No primeiro trimestre fiscal da empresa, finalizado em abril de 2017, a companhia cresceu 30% global, em comparação com igual período do ano anterior. A expectativa é de manter o salto e, até, de aceleração dos negócios no segundo trimestre em todo o mundo e em solo nacional.

“Trouxemos mais pessoas para a área de vendas e estamos entusiasmados”, disse Mode, sem revelar números locais.

Apesar das conquistas do último ano, Mode segue com muitos desafios. “Quero multiplicar a capacidade de mostrar essa Autodesk ao mercado”, finalizou o executivo para quem, definitivamente, a Autodesk saiu da sombra do Autocad e pode agora revelar sua grandiosidade.


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