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Em queda desde 2015, graduação tecnológica volta a crescer

Por Mariana Tokarnia*

em Carreira

4 semanas atrás

Ensino a distância responde por 46% das matrículas nesses cursos

Em queda desde 2015, as matrículas em cursos de graduação tecnológica apresentaram leve aumento em 2017, de acordo com o Censo da Educação Superior divulgado ontem (20/9) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Cursos de graduação tecnológica são geralmente mais curtos do que os de bacharelado, cuja formação é mais voltada para a inserção no mercado de trabalho. Podem durar dois ou três anos, enquanto os de bacharelado, quatro ou cinco anos.

Em 2017, esses cursos registraram 999,3 milhões de matrículas – aumento de 5,6% em relação a 2016. Em 2014, as matrículas nesses cursos, que vinham crescendo desde 2007, chegaram a mais de 1 milhão. Em 2015, tiveram a primeira queda que seguiu até o ano passado.

Uma das razões apontadas para a queda foi o corte orçamentário, a partir de 2015, no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado em 2011, com objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.

Em 2017, o aumento das matrículas ocorreu tanto nas redes federal e estadual públicas quanto na rede privada. O maior salto foi registrado nas matrículas em educação a distância (EaD), que passaram de 388,3 mil para 464,3 mil. Com isso, a modalidade passa a responder por 46% do total das matrículas em ensino tecnológico. O número de matrículas presenciais caiu de 558 mil para 535 mil. Uma redução de cerca de 4%.

O número daqueles se formam nesses cursos, no entanto, segue em queda desde 2016. Em 2017, 197 mil estudantes se formaram, uma redução de 8,4% em relação ao ano anterior. Os cursos presenciais puxaram a queda. Entre os estudantes de EaD, no entanto, após a queda de formandos entre 2015 e 2016, em 2017, os concluintes aumentaram 0,4%.

As matrículas em cursos tecnológicos representam 12,1% das cerca de 8,3 milhões de matrículas em cursos de graduação no ensino superior. A maior parte dos alunos está matriculada em instituições privadas, 83,6%.

Em queda desde 2015, as matrículas em cursos de graduação tecnológica apresentaram leve aumento em 2017, de acordo com o Censo da Educação Superior divulgado hoje (20) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Cursos de graduação tecnológica são geralmente mais curtos do que os de bacharelado, cuja formação é mais voltada para a inserção no mercado de trabalho. Podem durar dois ou três anos, enquanto os de bacharelado, quatro ou cinco anos.

Em 2017, esses cursos registraram 999,3 milhões de matrículas – aumento de 5,6% em relação a 2016. Em 2014, as matrículas nesses cursos, que vinham crescendo desde 2007, chegaram a mais de 1 milhão. Em 2015, tiveram a primeira queda que seguiu até o ano passado.

Uma das razões apontadas para a queda foi o corte orçamentário, a partir de 2015, no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado em 2011, com objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.

Educação a distância

Em 2017, o aumento das matrículas ocorreu tanto nas redes federal e estadual públicas quanto na rede privada. O maior salto foi registrado nas matrículas em educação a distância (EaD), que passaram de 388,3 mil para 464,3 mil. Com isso, a modalidade passa a responder por 46% do total das matrículas em ensino tecnológico. O número de matrículas presenciais caiu de 558 mil para 535 mil. Uma redução de cerca de 4%.

O número daqueles se formam nesses cursos, no entanto, segue em queda desde 2016. Em 2017, 197 mil estudantes se formaram, uma redução de 8,4% em relação ao ano anterior. Os cursos presenciais puxaram a queda. Entre os estudantes de EaD, no entanto, após a queda de formandos entre 2015 e 2016, em 2017, os concluintes aumentaram 0,4%.

As matrículas em cursos tecnológicos representam 12,1% das cerca de 8,3 milhões de matrículas em cursos de graduação no ensino superior. A maior parte dos alunos está matriculada em instituições privadas, 83,6%.

*Da Agência Brasil


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