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Educando futuros makers na revolução 4.0

A Cultura Maker nas escolas, nos remete a um novo conceito de educação.

Até pouco tempo atrás, muitos pais procuravam escolas com laboratórios de ciências e informática, para matricularem seus filhos. Faziam isso pois, viam que era o futuro das profissões. A informática hoje, passou a ser obrigatória, como uma linguagem natural que o ser humano precisa aprender para se comunicar! Mesmo assim, muitas escolas ainda não tem um laboratório de informática ou até mesmo o de ciências. Visitei muitas escolas particulares e públicas na região da grande São Paulo e, pude acompanhar esse problema de perto.  Ocorre que agora, surge um novo conceito de escola: a escola 4.0.

Já falamos em outros posts, sobre a indústria 4.0! Mas o que seria escola 4.0?

A educação 4.0, parte do princípio que o aprendizado deve acontecer a partir da experimentação e, não mais só por repetição de conceitos! Essa nova educação, valoriza o raciocínio e as diferentes formas de enxergar as respostas para os “problemas”, que eu gosto de chamar de “temas”, estimulando o pensamento disruptivo.  Pensar fora da caixa ou pensar além da caixa, é uma metáfora que, significa pensar de forma diferente, não convencional ou com uma nova perspectiva. Esta frase, refere-se frequentemente ao pensamento novo ou criativo.

Este termo, parece ter surgido nas décadas de 1970 e 1980, onde consultores administrativos americanos, desafiando seus clientes a resolver o quebra-cabeça dos “nove pontos”, cuja solução requer algum pensamento lateral, usavam o termo para ilustrar o raciocínio.
Essa frase, também pode ser encontrada comumente na dança, como encorajamento para mover-se criativamente, além de simples etapas de caixa geométrica e suas variações básicas, para literalmente sair da caixa em padrões mais complexos de expressão.

Pensar fora da caixa, é procurar mais e tentar não pensar nas coisas óbvias, mas tentar pensar nas coisas além delas.
Learning by doing, que traduzindo para o português é aprender por meio da experimentação, projetos, vivências e “mão na massa”. É uma nova linguagem de ensino, que contempla a inclusão da linguagem computacional, inteligência artificial (AI), Internet das coisas (IoT).

Não existe um modelo pronto para aplicar e, todos devemos contribuir, quebrando velhos paradigmas de anos, impostos em uma educação descontextualizada, pautada em transmissão de conhecimento e ambientes pouco propícios ao processo de aprendizagem. Para muitos educadores ligados ao tema, o modelo pautado na Cultura Maker nas Escolas, DIY, faça você mesmo – é um dos caminhos.

O grupo de trabalho Lifelong Kindergarten (Jardim de infância continuado) do  Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos EUA, foi idealizado para pensar a educação pautada no brincar a fim de explorar novos modelos, buscando soluções com uso de tecnologia e diversos materiais estruturados ou não. A ideia é que o individuo aprenda como no jardim de infância, ou seja, experimentando!

Há alguns meses atrás, a mãe de um aluno meu, veio toda contente, contar-me que na volta para casa, seu filho de 9 anos, veio pensando e voz alta disse: “ Sabe mãe! aquele robô que fiz hoje, eu podia melhorar se mudasse…” E ela emocionada, comparava que, antes, ele pouco se comunicava, ou ficava mudo diante do celular ou vídeo game, “vivendo seu mundo”!

Pensar é estimulante, viciante, quando pensamos e solucionamos, sem modelos prontos, nos encorajamos a tentar mais e mais, certos que ao final encontraremos algo que, estava ali o tempo todo, mais não enxergávamos!

O que as empresas esperam desse novo aluno?

Mais uma vez surge o termo 4.0. O líder 4.0! É um indivíduo, que sabe trabalhar em equipe, potencializando as habilidades individuais e, trabalhando na motivação e geração de novas ideias. Ele utiliza ferramentas tecnológicas, como a automação, a computação para pesquisa, suporte e soluções compartilhadas via rede, integrando cliente e inteligência artificial, com foco em segurança das informações.

Sabe reciclar, ou aproveitar recursos, já existentes, para desenvolver o crescimento e, ampliar o mercado. Consegue trabalhar sobe demanda, até mesmo em sua casa, sem perder o foco ou prazos. É seguro e confia no seu potencial, tem a resiliência, como uma de suas características principais.

O desafio desse novo ensino “Cultura maker nas escolas” é a soma de habilidades: formar mais pessoas que dominam o conhecimento com autoconfiança e segurança, para trabalhar em projetos que vão melhorar a produção, adequando recursos naturais e humanos, de forma sustentável a vida no século 21.

Bem-vindos ao ensino do século 21, ensino 4.0!


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