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Olá Pessoal, tudo bem?

Sejam muito bem-vindos a nova coluna!

Na verdade, vamos pivotar o tema que tratávamos anteriormente – agora vamos falar de Gestão de Conhecimento, mais precisamente, Gestão de Conhecimento: potencializando a estratégia organizacional.

Não precisa dizer que este assunto está em pauta nas organizações, públicas ou privadas. Reflitam comigo: quem em sã consciência aceita perder o Conhecimento dos colaboradores? Sim, aquele Conhecimento que o colaborador adquiriu ao longo de anos que trabalhou em sua empresa. Aquele Conhecimento oriundo de treinamentos disponibilizados pela empresa. Aquele Conhecimento que, muitas vezes, só o colaborador detém, e, caso o colaborador não permaneça na empresa, todo o Conhecimento será perdido.

Vamos ser realistas: será uma perda irreparável para a organização. Infelizmente, tenho diversos casos para contar e tenho certeza que vocês têm também.

Bem, este será o tema principal da nossa coluna. Entretanto, vamos além, propondo soluções, cases, metodologias, modelos que podem ser utilizados na prática. Ainda mais, vamos conversar sobre os tipos de Conhecimentos e como eles podem ser compartilhados e utilizados. Vamos falar também de ferramentas que podem ser implementadas com a finalidade de reter e organizar o Conhecimento.

Como pontapé inicial, vamos alinhar algumas coisas que balizarão tudo o que vem pela frente.

A Gestão do Conhecimento é uma coleção de processos que, se aplicados corretamente, farão que o Conhecimento, de uma forma geral, seja criado, retido, organizado, classificado, disseminado, utilizado e descartado.

O Conhecimento pode ser dividido em duas vertentes, mas encontramos outras. A principal divisão é entre Tácito e Explícito. O Tácito é aquele Conhecimento que está na mente das pessoas, é subjetivo e individual, oriundo da vivência, da habilidade, da experiência, da prática. Foi adquirido pela pessoa e encontra-se na mente dela. Ele é difícil de ser transmitido, formalizado ou explicado (difícil, mas não impossível, como veremos mais tarde!). Vamos falar muito deste tipo de Conhecimento.

O outro tipo muito comum é o Conhecimento Explícito. Este é objetivo, articulado, codificado e está registrado em algum formato (papel, digital, etc.). Pode ser facilmente transmitido. Pode ter nascido digital (nato digital) o que é muito comum, ou ter sito digitalizado. Ele pode ter vindo de um Conhecimento Tácito que foi comunicado e armazenado. O Conhecimento Explícito tem muito valor para as organizações, pois se bem preservado, ficará de posse dela por muito tempo, podendo ser utilizado em diversas situações organizacionais.

Bem, falta esclarecer um termo que não podemos confundir com a Gestão do Conhecimento. É a Gestão da Informação. Para tanto, diferenciar Informação de Conhecimento é fundamental. Mas vamos iniciar pelo Dado, uma ocorrência em estado bruto, que não tem significado, contudo é matéria prima da Informação. Portanto, a Informação está inserida em um contexto. E é um conjunto de Dados, configurados e tratados, com significado e relevância. A Informação, junto do Conhecimento, são os bens mais valiosos das organizações. Finalmente, o que é o Conhecimento? Se você interpretar a Informação, aí sim teremos o Conhecimento, pois é a Informação evoluída, percebida em um ambiente, compreendida, comparada, categorizada, classificada, interligada e relacionada.

Voltando então na Gestão da Informação, é óbvio que lida com a Informação, que se aproxima e muito do Conhecimento Explícito, mas não utiliza o Conhecimento Tácito. Já a Gestão do Conhecimento, esta sim, utiliza-se do Conhecimento Tácito e Explícito.

Muito legal, não acham?

Até o próximo post quando daremos continuidade a tudo isto.

Grande abraço,

Zaidan


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