Oi! Escolha uma opção para entrar

Nunca postaremos nas suas redes sociais

Se preferir, entre com seu e-mail

Esqueceu sua senha?
Não tem conta? cadastre-se grátis

Preencha o formulário abaixo para finalizar seu cadastro:

O caminho é internacionalizar

A internacionalização é cada vez mais peça-chave na estratégia de desenvolvimento de empresas, sobretudo startups. Mas não pense na internacionalização como fim e simplesmente uma bandeira fincada em outro país, mas sim como conceito para desenvolver estratégias e pensar de forma diferenciada.

Por questões tradicionais, o mercado brasileiro, por sua abundância, tende a absorver o crescimento de empresas. É um mercado muito grande e isso acaba fazendo com que companhias tenham um olhar muito para dentro.

A questão é que, muitas vezes, as tecnologias que temos – mesmo que sejam boas – podem não estar em sintonia com o mercado internacional. É fato que muitas empresas brasileiras têm feito esse movimento, mas o processo ocorre de lá para cá também e muitos estrangeiros estão ocupando espaço no Brasil.

Aceleração

O que tem acontecido em paralelo é que grandes empresas, em busca de inovação, estão investindo em startups, por meio dos chamados programas de aceleração. Um caso recente é a Órbi, iniciativa conjunta, sem fins lucrativos, que busca fomentar a inovação e o empreendedorismo, criada por Banco Inter, MRV Construtora e Localiza (locadora de veículos).

As grandes corporações já reconhecem que não conseguem fazer inovação sozinha e as startups são uma forma de injetar conhecimento. O Cubo, coworking do Itau, é outro ótimo exemplo. Com dois anos de fundação, o espaço já conta com 54 startups residentes e está prestes a se mudar para um novo prédio, que terá capacidade para receber 210 empresas.

Esse movimento é conhecido como corporate venture. Mas a grande questão é não olhar apenas para problemas internos e ter uma perspectiva global. É preciso repensar programas de aceleração com essa tendência global. E isso vem acontecendo, felizmente. Mas ainda há espaço para mais.

É onde entra o papel de agências internacionais: fazer esse elo entre empresas e o mercado internacional. É importante conversar e entender o que tem lá fora.

Quais os passos para a internacionalização? Que tipo de inovação o mercado do exterior oferece para empresas brasileiras?

Com tendências, experiências e exemplos práticos, traremos neste espaço, no IT Forum 365, tudo sobre processos de internacionalização.

Seja bem-vindo e fique ligado!

Por Cristiano Andrade – Mestre pela University of Westminster (Londres) em Gestão de Marketing e graduação em Administração pela University of Hull, Cristiano trabalha para o setor de TICs há mais de 15 anos desenvolvendo estratégias de negócios que cobrem atividades para startups, incubadoras, aceleradoras, institutos de inovação, fundo de investimentos e parques tecnológicos fora e dentro do Brasil. Atualmente é responsável por liderar o time do DIT-UK (Department for International Trade – UK) para o setor de Tecnologia da Informação no Brasil. Seu papel é promover e estimular a relação bilateral de negócios entre empresas e instituições britânicas e brasileiras para o setor.


Receba grátis as principais notícias do setor de TI

Newsletter por e-mail