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MSP Summit – foi como disse que seria

Evento dedicado exclusivamente a quem cuida de infraestrutura de TI

Roberto Cohen

21/10/2019 às 14h39

Foto:

MSP Summit.

Atualmente o nome dos eventos precisa ter o sobrenome SUMMIT.

Antigamente era Conferência, Congresso, Feira, Exposição e assim por diante. Agora tudo virou summit que, se formos traduzir literalmente, é cúpula.

Por exemplo, “Summit Conference” significa “Conferência de Cúpula”.

Antes de ler o texto saiba que:

MSP significa “Managed Service Provider” ou, em português, “Provedor de Serviços Gerenciados” de TI, claro.

Estamos falando de uma população de empresários homens, em sua maioria esmagadora — mas com exceções espetaculares —, que fundaram empresas de 5-15 funcionários e gerenciam a infraestrutura de TI de clientes dos mais variados portes, envolvendo controle e atualização de antivírus, firewall, hardware, versões de sistema operacional e tudo quanto é mais cacareco que faça os computadores funcionarem, como conexão com internet e tal.

Da organização do evento

Este foi organizado pela ADDEE, empresa encabeçada pelos queridos irmãos Rodrigo e Carla Gazola. E pelo braço direito Luís Montanari. Sobrenomes italianos, não por coincidência.

O encontro durou apenas um dia, foi realizado no Blue Tree Premium em frente ao Morumbi Shopping de São Paulo e contou com 350 participantes.

E só não teve mais gente por que espaço não tinha mesmo. Tiveram que suspender as inscrições.

A novidade deste ano foi a presença de vários expositores propiciando uma grana adicional que permitiu investimentos em infraestrutura, divulgação e outras despesas que tornam o evento memorável (como brindes, almoço etc.). Empresas de variados segmentos complementares como a Dell, fabricante de computadores a ECOIT com seu produto para facilitar implementação da LGPD até a Bernardes Treinamentos, que como o nome já diz, oferece capacitação aos donos das empresas compunham esse conjunto.

Sem falar, é óbvio, que o evento se presta como enzima, pois atrai os MSP’s e seus fornecedores, facilitando uma conversação face a face.

Do valor deste evento

Ele é destinado a um nicho de mercado que são as empresas MSP.

Então todas as palestras podem ser focadas nesse público que, mais ou menos, já descrevi lá em cima.

Outros eventos contemplam um leque grande de diferentes profissionais de suporte técnico; este mira um grupamento específico. E isso permite selecionar e apresentar palestras que serão todas interessantes ao público presente, a princípio.

As palestras foram divididas em dois auditórios: um técnico e outro mais comercial.

Nas salas eram tratados assuntos sobre como gerar mais leads (oportunidades de negócio), fazer as vendas crescerem, gerenciar documentação e senhas de clientes, prospecção de clientes, ir além do backup, dicas para transformar métricas em oportunidades reais, empreendedorismo em TI e alguns outros temas.

Cohen falando

Eu avisei. Esse evento seria um divisor de águas.

Agora o MSP Summit não pode mais voltar ao seu estilo pequeno. Tomou importância, mexeu com a vida de muita gente.

Agora ele precisa crescer e virar adulto. Onde antes era algo quase informal, com os diretores circulando aqui e ali, daqui por diante o bicho pega. Não que o pessoal da organização não dê conta, claro que dará. Mas é um alerta, um aviso que tornado adulto, responsabilidades advêm (chique esse verbo).

Afora isso, havia um clima de frenética ansiedade no ar. Porque sendo o evento de apenas um dia, quando começa já inicia a acabar. Quando são dois dias, sempre há mais um dia adicional para fechar negócios, perguntar algo ao palestrante e tal, hehe.

Do tema de algumas palestras

Como fiquei mais fora das salas do que dentro, “pesquei” alguns conteúdos que foram:

  • Rodrigo Gazola: apresentação de números do mercado internacional sobre o tema MSP, em especial da produtividade do pessoal lá fora vs. no Brasil.
  • Gabriele Mangini: foco em vendas.
  • Danilo Konrad: como prospectar clientes para TI, com recomendações para evitar que o serviço dos MSPs se torne commodities, não desperdiçar energia nos clientes médios e explanação da metodologia SPIN.
  • Rafael Bernardes: apresentou algumas linhas mestras de como empreender em TI; destacou o grupo Titanium que contempla dicas e recomendações para empresários da área e por fim suas três regras de ouro: foco, persistir e pertencer a algo maior.
  • Painel de debates: responsáveis por MSP’s de variados portes debateram suas formas de atuação e abordagem para as mais variadas situações e dificuldades questionadas por Cristiano Fermo.

Ualá, veja as fotos para compreender a dimensão do evento

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