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Em momentos de crise em projetos, você dá a cara a tapa?

Qual é sua disposição para manter o otimismo do time, mapear a situação e reorganizar as tarefas, questiona Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half

Redação

17/07/2018 às 9h15

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Como você age em momentos de crise? Imagine a situação em que você faz parte de um grupo de trabalho, onde cada integrante é responsável pelo gerenciamento de suas próprias ações. Tudo no mais moderno estilo gestão horizontal, no qual os profissionais têm autonomia para tomar suas próprias decisões.

A vida segue tranquila. Todos têm cumprido prazos, o cliente está feliz com as entregas e as metas estão sendo alcançadas. Nada para impedir que os comunicados dos status das ações sigam o fluxo via relatórios on-line, troca de e-mails ou calls pontuais. Eis que, de repente, surge uma crise.

"E agora, de quem é a responsabilidade de manter o otimismo do time, mapear a situação, reorganizar as tarefas? Não basta apenas utilizar o poder de comunicação para acalmar o cliente. É preciso colocar a mão na massa e fortalecer esse laço com ele por meio de uma postura comprometida", alerta Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half.

Por mais que as estruturas de trabalho se modernizem, todo grupo de trabalho precisa ser integrado por um profissional com perfil para nortear o time, falar por ele e reavaliar o rumo em momentos de alto estresse. "Não estou referindo-me a porta-vozes e nem necessariamente a profissionais com cargo de chefia, mas sim àqueles que chamam a responsabilidade para si e partem em busca da melhor solução, com inteligência emocional, maturidade e habilidade para se comunicar com diferentes níveis hierárquicos, se for preciso."

Só conhecemos um líder nato - independentemente do cargo que ocupe - em momentos de crise, e a ausência dele em situações adversas tende a criar um espiral negativo no grupo, observa o especialista.

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