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Conselhos de administração de todo o Brasil não estão preparados para riscos cibernéticos

A conclusão é da votação interativa da 62ª Mesa de Debates do ACI Institute

Redação

11/04/2018 às 9h50

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Conselhos de administração de grandes empresas de todo o Brasil não estão preparados para riscos cibernéticos. A conclusão é da votação interativa da 62ª Mesa de Debates do ACI Institute, uma instituição da KPMG que divulga a importância da governança corporativa e do compliance para o sucesso das companhias. O levantamento contou com a participação de 123 executivos conselheiros de administração e conselheiros fiscais, e também membros dos comitês de auditoria.

O direcionamento sobre o tema foi considerado adequado por apenas 20% dos respondentes da pesquisa, segundo dados da ACI e 33% avaliaram o direcionamento como regular. Outros 41%, a maioria, como não adequado e apenas 6% não souberam opinar sobre esse assunto.

"Com base nos dados, 80% dos executivos [a soma dos que não consideram o direcionamento adequado] não estão seguros quanto à qualidade do direcionamento oferecido pelos Conselhos de Administração sobre riscos cibernéticos. O índice é bastante elevado e preocupa, sobretudo diante da exposição crescente das empresas a ataques dessa natureza", afirmou Sidney Ito, líder do ACI Institute.

Demanda por temas urgentes

Os executivos consultados debateram no mesmo evento do ACI Institute os principais tópicos que precisam estar na agenda do Conselho de Administração das empresas em 2018. Estão entre os temas assuntos polêmicos e que não podem mais ser postergados como: disrupção tecnológica, inovação e resultados de longo prazo, tone at the top e cultura corporativa, ativismo e a relação com investidores, diversidade e o tempo de mandato dos conselheiros.

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