Home > Notícias

D¥N, criptomoeda brasileira, quer conquistar mercado imobiliário mundial

Além de ajudar na regulamentação das operações globais, empresa lançará em 2018 a criptomoeda D¥N, com mais de US$ 500 milhões em imóveis no portfólio

Redação

22/01/2018 às 10h37

Foto:

Um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley, área para desenvolvimento de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na Suíça, lançará em março de 2018 a criptomoeda D¥N, com lastro no mercado imobiliário mundial.

A empresa promete revolucionar o segmento das finanças - na vertente digital - ligando suas operações com o mercado de real estate. O portfólio de imóveis da Dynasty contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo.

"São propriedades prontas para a aquisição, que garantem o valor da moeda fora do âmbito digital. Ou seja, cada D¥N representará um pedaço de chão no mercado imobiliário mundial", diz Eduardo Carvalho, global manager da Dynasty.

Para a definição desses imóveis, a Dynasty conta com um time internacional de especialistas imobiliários, localizados nos Estados Unidos, Europa, China, Oriente Médio e América Latina. A gestão da carteira líquida da empresa será realizada pelo Credit Suisse, banco suíço, que acompanhará cada transação comercial.

Pela regra do negócio, os investidores que incluírem o D¥N em suas carteiras terão uma fração do portfólio Dynasty. As operações poderão variar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de títulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.

Junto com Carvalho, que vem do mercado de real estate, uma rede mundial foi formada para que o negócio seja consistente e seguro. O projeto vem sido moldado há dois anos e os investimentos já passam de CHF 2 milhões (valor em francos suíços, que representa pouco mais de US$ 2 milhões). Cerca de 40 pessoas espalhadas em Zug (Suíça), Nova Iorque, Barcelona e São Paulo trabalham na iniciativa nas áreas financeira, jurídica e de tecnologia.

Acordos mundiais

Para não cair nas incertezas das criptomoedas que já existem e trazer segurança para o investidor nesta nova vertente de atuação, o grupo vem trabalhando na regulamentação do setor por meio de acordos mundiais.

A Dynasty utiliza procedimentos conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes: o KYC (Know Your Customer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes, e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro. "É um caminho sem volta. As aplicações com moedas digitais são temas de debates ao redor do mundo", analisa Carvalho.

Junte-se a nós e receba nossas melhores histórias de tecnologia. Newsletter Newsletter por e-mail