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Ambev lidera em ranking de grau de transformação digital em bens de consumo

Por Redação

em Digital

4 meses atrás

Levantamento da E-Consulting levou em conta apenas empresas de bens de consumo

A consultoria E-Consulting realizou um estudo para saber como está o grau de transformação digital das principais empresas com negócios no mercado de bens de consumo do Brasil. O intuito da análise, que foi realizada com as 50 maiores companhias, é apontar as organizações do setor mais avançadas e consolidadas em trazerem conceitos de transformação digital para a realidade de seu modelo de negócio. Ademais, o estudo aponta quais são as mais percebidas atualmente no mercado por seu esforço.

De acordo com o levantamento, a Ambev, maior fabricante de cerveja e refrigerantes da América Latina, é a empresa que mais entrega elementos de transformação digital em seu modelo de negócio e operação.

Em uma escala de zero a cinco, construída a partir de diversos critérios que materializam o processo de competitividade a partir da transformação digital, tanto internamente, que envolve sistemas de gestão, investimentos em TI, metodologias avançadas, organização produtiva e plataformas, como externamente, ou seja, a partir da avaliação de seus diferentes stakeholders, como clientes e consumidores, a Ambev conquistou nota 3,88 por fortalecer aspectos de sua atuação em marketplaces B2B, inclusão de conceitos de Internet das Coisas em sua linha de produção, desenho de ofertas e serviços nativos digitais com foco na melhor jornada de compra do consumidor e inovação colaborativa.

Além da Ambev, a lista traz a seguintes companhias no ranking: Unilever (3,63); Natura (3,50); O Boticário (3,13) e BRF (3,13). Segundo Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e responsável pelo estudo “Régua da Transformação Digital no Setor de Bens de Consumo”, do qual este recorte faz parte, é a partir do uso de elementos digitais em seu modelo “core” de negócio que estas empresas vão conseguir se adaptar e prosperar na era digital como forma de sobreviver e continuar produzindo riqueza para seus acionistas e clientes ao longo do tempo.

Para o executivo o setor de bens de consumo irá evoluir cada vez mais para um modelo de atuação próximo ao varejo, com ações voltadas para o branding experiencial, o relacionamento com cliente que ele conhece e, por decorrência, vendas mais contextualizadas e personalizadas.

“A importância da pesquisa para o segmento está em conhecer o cliente, que historicamente está nas mãos do varejo tradicional, suas experiências, seus produtos e serviços nativos digitais, usando as novas tecnologias e suas possibilidades informacionais e relacionais como forma de potencializar o seu modelo de negócio, de forma que as empresas fiquem mais presentes e próximas de seus consumidores”, diz Domeneghetti.

 

 


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