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Black Friday mostra espaço para salto das carteiras digitais no Brasil

A Black Friday está ganhando espaço no Brasil, especialmente no universo on-line. E com ela não só a oportunidade de gerar mais vendas para o varejo por preços mais atraentes (em muitos casos). O horizonte que se abre é para o crescimento do uso de carteiras digitais em solo nacional.

É o que mostra pesquisa do Instituto QualiBest realizada a pedido da PayPal. O Instituto QualiBest entrevistou, de forma 100% virtual, 1.413 consumidores em todo o Brasil, de todas as classes sociais, nas primeiras duas semanas de novembro e identificou importantes tendências para a data, como aumento dos gastos neste ano apontado por 49% dos respondentes.

O que chamou atenção, no entanto, é o aumento do uso de carteiras digitais para as compras e ainda a possibilidade de crescimento dessa modalidade em solo nacional. Segundo estudo, a maioria dos consumidores estudados ainda compra com cartão de crédito (71%), mas as carteiras digitais, como o PayPal, vêm ganhando terreno e já respondem por 40% das intenções de compra on-line dos brasileiros.

Entre os entrevistados, 58% deles afirmam ter alguma carteira eletrônica. Dentre os que não têm, 59% conhecem o produto, mas não sabem direito como ela funciona; 30% conhecem bem; e 11% não conhecem. Dentre os pesquisados que ainda não têm carteira digital, 59% pretendem ter alguma no futuro; 36% ainda estão hesitantes; e apenas 4% responderam que não pretendem ter carteira eletrônica.

Além disso, 16% dos entrevistados “concordam totalmente” que transações realizadas por meio de carteiras digitais são mais seguras do que via cartão de crédito; outros 31% “concordam em parte” com a afirmação; e somente 4% “discordam totalmente” da premissa. Entre os ouvidos pelo estudo, 18% “concordam totalmente” que o pagamento via carteiras eletrônicas é mais simples do que com cartões de crédito; e 30% “concordam em parte”. Apenas 5% “discordam totalmente” da afirmação.

Segundo Vasiliki Calliyeris, diretora técnica do Instituto QualiBest, há muito espaço para a modalidade saltar em solo nacional. Ela destacou que entre as classes A e B, 46% já contam com carteira digital, o que mostra as possibilidades de penetração em outras classes.

O que buscam os consumidores

O levantamento indica que no ano passado, 48% dos entrevistados pelo QualiBest disseram ter feito compras on-line na Black Friday. Cerca de 39% aproveitaram os descontos da data para comprar itens de telefonia, principalmente smartphones; outros 38% investiram em vestuário, calçados e acessórios; 34% compraram itens de papelaria e livros; 28%, itens de informática e games; outros 28%, eletroeletrônicos; e mais 28%, eletrodomésticos e eletroportáteis.

E 81% dos pesquisados garantiram que fariam compras on-line no período de Black Friday deste ano; 16% ainda não sabiam se aproveitariam as promoções; e 3% não demonstraram interesse na campanha.

Um item que chamou a atenção dos pesquisadores (e que pode ajudar a explicar os motivos pelos quais a Black Friday vem se tornando uma data destaque do calendário do varejo) é que 73% dos entrevistados garantem que costumam acompanhar o preço normal dos produtos que os interessam antes do período da Black Friday. Outros 25% dizem fazer isso “às vezes”; e apenas 2% disseram não conferir os preços antecipadamente.

Bons resultados

O crescimento do uso de carteiras digitais tem feito a PayPal decolar no Brasil. Em conversa com jornalistas nesta terça-feira (28/11), Paula Paschoal, diretora-geral da PayPal no País, contou que a companhia já ultrapassou 3 milhões de usuários ativo por aqui em 2017. No último ano, o número era de 2,6 milhões.

A executiva destacou ainda o fato de que empresa somou R$ 2,5 milhões em doações. “Quando falamos de doação para o terceiro setor, esse é um número relevante. Temos, atualmente, campanhas com quatro ONGs e fomos, neste ano, pela primeira vez, parceiros do Teleton e do Criança Esperança”, listou ela.

Paula também falou sobre o investimento da empresa em diversidade de gênero. “É interessante notar que a maioria dos cargos de liderança aqui é ocupada por mulheres”, disse, citando ao menos seis delas que participavam da conferência com jornalistas entre dois homens. “Entendemos a importância da diversidade de gênero, mas não só isso. Buscamos diversidade de formação acadêmica, idade e cultural. Assim, temos resultados mais completos”, completou.


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