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Como a tecnologia de dados pode transformar a humanidade?

César Patiño (JCP Consulting) e Carlos Bertholdi (Avaya) apresentaram visões sobre tecnologias disruptivas

Ainda hoje, os bits do seu computador só podem assumir dois valores: 0 e 1. O leque de possibilidades que veio dessa combinação é enorme, mas imagine se esses pedacinhos de informação pudessem assumir os valores 0 e 1 ao mesmo tempo? É essa a ideia por trás da computação quântica, umas das fronteiras do conhecimento que começa a ganhar forma real hoje em dia. “Computadores com essa tecnologia terão uma capacidade de cálculo 100 milhões de vezes maior do que os modelos atuais”, calcula César Patiño, principal advisor da JCP Consulting.

Junto com e Carlos Bertholdi, vice-presidente de Service Sales da Avaya para as Américas, os executivos apresentaram algumas visões do que tecnologias disruptivas podem causar na vida humana no futuro. Os painéis foram parte da programação do palco Future Ready, durante o IT Forum Expo 2018.

Eles mostraram como a humanidade sempre foi influenciada pelo uso de dados. A diferença é que, agora e cada vez mais, eles estão sendo gerados em velocidade muito maior.

Patiño também comentou que, atualmente, um aparelho de diagnóstico e checkup médico “futurista” já começa a se tornar realidade. É um protótipo na vida real do tricorder, da série Star Trek. Com ele, deve ser possível checar o estado de saúde de um paciente de modo não invasivo, como uma espécie de scanner. “O principal desafio agora é entender melhor o cérebro humano.”

Humano ou máquina?

Com esse pretexto, Bertholdi questionou qual será a diferença entre a inteligência humana e a inteligência artificial em um futuro próximo. “Qual será a diferença entre nós e uma rede neural que reconhece e reproduz padrões? Até hoje o que sabemos é que a única diferença é a ausência de intencionalidade”.

O executivo da Avaya também comentou o fato de que utilizamos conscientemente 5% do cérebro. O resto é dominado pelo subconsciente, e é nessa área da mente que o grande potencial humano está. “As máquinas, até agora, estão aprendendo a imitar somente esse baixo porcentual que é racional.”


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