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Empresas deveriam se preocupar mais com algoritmos do Google. Entenda o motivo

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em Digital

2 semanas atrás

Especialista no tema alerta para necessidade de entender regras do buscador e garantir mais relevância

Depois que o Google chegou ao mercado, viramos refém dele. Admita: até você faz parte da lista. A maioria das buscas acontece por meio dele e os sites e os conteúdos mais relevantes – todo mundo sabe – estão ali, logo nas primeiras páginas do buscador. Rapidamente, todos que têm uma página na internet correram para saber como tornar-se relevante para o Google. Por muito tempo, esse segredo ficou preso a sete chaves.

Nos últimos anos, contudo, a gigante de internet liberou informações sobre o tipo de conteúdo que atrai os olhares dos seus algoritmos – mesmo que o público ainda não se saiba exatamente funcionam os seus algoritmos. Isso ainda continua em segredo.

Em apresentação no RD Summit, que acontece de 7 a 9 de novembro, em Florianópolis, Marie Haynes, especialista nas penalidades e no algoritmo do buscador, apresentou algumas das regras do Google e dicas para melhorar o ranqueamento de páginas.

Segundo ela, o Google tem um guia com boas práticas e um time com mais de 10 mil avaliadores de qualidade em todo o mundo para avaliar os resultados de pesquisas reais feitas no buscador. Esse grupo – do qual Marie, inclusive, faz parte – recebe informações relevantes sobre as páginas e melhora os algoritmos do Google. Isso, naturalmente, acaba impactando nas páginas de baixa qualidade.

Como melhorar o posicionamento no Google?

A pergunta de R$ 1 milhão tem uma resposta mais simples do que parece. “Crie um conteúdo de qualidade”, ensina ela. Para colocar em prática, ela orienta usar a diretriz batizada de EAT (expertise, authoritatiness e trustworthiness – conhecimento, autoridade e confiabilidade, em português), que deverá saltar nos próximos dois anos.

Explicando cada um dos conceitos, Marie iniciou pelo conhecimento. Segundo ela, empresas precisam gerar conteúdos em seus sites por meio de especialistas no campo de atuação. Assim, quanto mais experiência um colaborador de um blog tem, por exemplo, melhor ranqueado ele estará no Google.

No quesito autoridade, uma página pode, por exemplo, contar com uma comunidade ou um fórum de discussão. “A qualidade das discussões é o que direciona a autoridade. Comentários de spam, ou pouco elaborados, como ‘grande post’, podem ser prejudiciais.” Uma página na Wikipédia também indica autoridade, assim como reportagens publicadas em portais de notícias.

Em confiabilidade, é necessário mostrar aos usuários que eles podem confiar no site. Isso é especialmente importante para e-commerces, que solicitam informações de cartão de crédito. Erros gramaticais e de ortografia são considerados igualmente críticos. Uma palavra escrita errada pode prejudicar o ranqueamento, pois é um sinal de baixa qualidade. Além disso, outra dica de ouro da especialmente é não fazer tradução automática. Segundo ela, se uma empresa quiser traduzir o conteúdo, é fundamental que ele seja feito por um humano.

*A jornalista viajou a Florianópolis a convite da RD


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