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Embratel reforça portfólio de cibersegurança para estruturas de TI e Telecom

Guilherme Borini

17/10/2016 às 9h57

Embratel reforça portfólio de cibersegurança para estruturas de TI e Telecom
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A Embratel anunciou o lançamento do Cyber Intelligence, solução que visa proteger empresas de ataques cibernéticos e invasões que podem colocar em risco suas estruturas de TI e de Telecom.

De acordo com a companhia, a nova solução destaca-se pela característica preventiva e pela capacidade de identificar previamente possíveis ameaças, inclusive monitorando o que acontece no tráfego da rede e detectando movimentos na deep web, dark web e de dispositivos de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). A ferramenta já está disponível para compra e os custos variam conforme as características e porte de cada empresa.

A solução permite, entre outros recursos, monitoramento de marca; prevenção de ameaças de ataques de negação de serviço (DDoS); detecção de possíveis modificações não-legítimas nos sites das empresas, como defacements (ataques ou modificações em websites) e trojans (cavalo de troia); além de controle de eventuais vazamentos de informações confidenciais para terceiros e fontes públicas

Para o lançamento da nova solução, foi criado um centro de proteção de segurança no data center da Embratel e, com isso, a empresa amplia seu portfólio de produtos para permitir que médias e grandes empresas tenham acesso a filtros de investigação e a estruturas de segurança digital antes só disponíveis para grandes grupos empresariais. “Nossa nova solução pode ajudar as empresas a analisarem seus níveis de proteção e a monitorarem, com inteligência preditiva, eventuais movimentos na Internet”, declarou Mário Rachid, diretor executivo de soluções digitais da Embratel

O executivo estima que essa área de proteção da Embratel será uma das de maior crescimento nos próximos anos devido à transformação dos negócios tradicionais dos clientes em novos modelos cada vez mais digitais. “Estimativas indicam que metade das companhias do mundo terá estruturas em cloud ou data centers externos para recuperação de desastres primários até o ano que vem e, já em 2020, cerca de 30% das duas mil maiores empresas globais estarão impactadas por grupos de ciberativistas ou cibercriminosos”, destacou.

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