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Como um circo pode inspirar seu negócio na era digital

Por

em Gestão

11 meses atrás

Circos “resistem” há anos como uma das mais populares opções de entretenimento, sobretudo com o público infantil. O que a maioria das pessoas talvez nunca parou para pensar é o quanto esses espetáculos podem se tornar fonte de inspiração que vão além das atrações, exibições e mágicas.

Diversas práticas e inovações de circenses podem ser inspiradoras para os negócios em meio ao avanço da era digital e da necessidade de transformação das empresas diante do novo mundo que se desenha. A reflexão foi levantada por Walter Longo, presidente do Grupo Abril, durante participação no Data Driven Brasil, evento organizado pela Neoway.

“Como espetáculo, o circo virou anacrônico, mas seus conceitos e premissas nunca foram tão atuais e devem servir como inspiração. Precisamos absorver a alma mutante, mágica e inovadora do circo”, afirma o publicitário e administrador de empresas.

Longo cita 5 itens para inspiração – todos eles classificados dentro da necessidade de adequação a quatro megatendências para a área de marketing: Efemeridade, Mutualidade, Sincronicidade e Tensionalidade. “Esses quatro conceitos reformulam a realidade e transformam gestão num gigantesco desafio. O que nos resta saber é se seremos um Circo Garcia (extinto) ou Cirque du Soleil, que entende que é preciso mexer em time que está ganhando, ou seja, está sempre alterando, ampliando, e revolucionando sua arte”, comenta.

Confira os 5 itens listados por Walter Longo:

Adaptabilidade
“Nenhuma empresa se adapta e se move tão rápido quanto o circo. Ele põe tudo em um caminhão e vai embora. E faz isso desde sempre”, pontua Longo, que, nesse caso, Longo traça um paralelo com o Google, que, em sua sede, não adota paredes fixas, pensando em uma visão de mutação constante.

Polivalência
Outro quesito apontado pelo executivo é a polivalência dos integrantes de um circo. O palhaço faz seu espetáculo, vende pipoca etc. “É outro ponto que as empresas tanto buscam, a polivalência”.

Interatividade
Longo também cita a interatividade com o público e a capacidade de artistas de circo de sempre manter a participação ativa da plateia.

Assumir riscos
Para Longo, assumir riscos é importante. Algo que circos fazem em todos espetáculos, como o “globo da morte”, em que motociclistas circulam em uma espécie de jaula em forma de esfera.

Inesperado
O circo sempre reserva atrações inesperadas e surpreendentes – uma mágica, por exemplo. “Assim como o circo, nossas marcas precisam ser mágicas, surpreendentes e divertidas”, finaliza.

*O jornalista viajou a Florianópolis (SC) a convite da Neoway


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