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Receita líquida da Senior Solution sobre 6,6% no terceiro trimestre

Por Ana Borges da Compliance Comunicação

em Gestão

1 mês atrás

Receitas recorrentes apresentaram novo recorde de R$ 28,4 milhões, aumento de 17,1%

A Senior Solution, empresa de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, reportou no 3º trimestre de 2018 receita líquida de R$ 35,7 milhões, a maior já registrada em um 3º trimestre, crescimento de 6,6% sobre o mesmo período do ano anterior, 2,1 pontos percentuais acima da inflação oficial.

Segundo Bernardo Gomes, diretor-presidente, esse crescimento decorre de um período muito positivo para a unidade de Serviços, que apresentou recorde e aumento de 24,0% com a forte demanda por outsourcing. As receitas recorrentes apresentaram novo recorde de R$ 28,4 milhões, aumento de 17,1%.

Os custos somaram R$ 22,4 milhões, crescimento de 12,4%, principalmente em decorrência de aumento nos custos de Serviços inferior ao crescimento da receita, e aumento nos custos de Software provocado principalmente pelo incremento de R$ 0,8 milhão nos investimentos em PD&I – pesquisa, desenvolvimento e inovação. Já as despesas gerais e administrativas somaram R$ 8,4 milhões, crescimento de 10,3%, em decorrência basicamente do aumento nas despesas comerciais com o subsídio para o setup de novas vendas, e aumento nas despesas com aquisições com a compra da ConsultBrasil.

“Essas decisões de intensificar o PD&I e subsidiar o setup contribuíram para uma melhora sensível e contínua nos indicadores comerciais em subscrição de Software, tanto que até setembro as vendas de subscrição menos os cancelamentos já totalizam R$ 8,1 milhões anualizados, sem considerar o reajuste dos contratos vigentes. Esse número representa 10,2% da receita de subscrição nos últimos 12 meses, fato que provavelmente nos levará a um crescimento real de dois dígitos e provocará um salto nas receitas a partir de 2019, quando as implantações forem concluídas”, destaca Gomes.

O EBITDA atingiu R$ 4,8 milhões, queda de 18,1%, com margem EBITDA de 13,6%; o lucro líquido alcançou R$ 1,4 milhão, queda de 44,4%, com margem líquida de 4,0%; e o lucro caixa ajustado foi de R$ 2,9 milhões, queda de 45,2%, com margem de 8,1%. Todos os indicadores foram impactados pela intensificação de PD&I e pelo subsídio ao setup, que penalizaram o resultado em R$ 1,3 milhão e prejudicaram a comparabilidade com o mesmo período do ano anterior. “Reforçamos que isso nos ajudará a melhorar o crescimento orgânico e o perfil de recorrência no futuro, mas por enquanto nossos resultados só mostram o ônus de tais decisões”, afirma o executivo.

Neste ano, a Companhia também passou a buscar o crescimento inorgânico com ainda mais intensidade. Segundo o executivo, as sementes plantadas no passado começaram a produzir frutos, e a colheita se inicia com a aquisição da ConsultBrasil, anunciada em outubro. “Essa foi a 10ª compra, mais um passo importante para construir a primeira plataforma full banking do Brasil. Ainda assim, nossa posição financeira permanece confortável, com dívida líquida no encerramento do trimestre de 0,5x o EBITDA ajustado, mantendo nossa capacidade de realizar novas aquisições”, conclui.


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