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Gestores de ativos e patrimônio demonstram cautela com digitalização

Guilherme Borini

10/07/2017 às 10h46

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Gestores de ativos e patrimônio têm tomado medidas cautelosas em relação à digitalização e, ainda assim, esperam uma mudança disruptiva parcial ou completa na indústria na próxima década. A conclusão é de um estudo realizado pela Dassault Systèmes, que ouviu mais de 450 executivos que atuam na gestão de ativos e patrimônios sobre transformação digital em suas indústrias.

O estudo mostra também que os usuários pioneiros já relatam ganhos em vantagem competitiva e melhorias na experiência do cliente. A pesquisa detalhada em seu relatório completo “Digitalização de gerenciamento de ativos e patrimônio: promessas e armadilhas” fornece informações sobre os principais condutores da digitalização, seu estado atual de adoção, seus bloqueadores e viabilizadores, ao mesmo tempo em que examina a natureza da mudança resultante na indústria, seus fatores de sucesso e benefícios.

Pouco mais da metade (54%) dos gestores de ativos adotou ferramentas de mídia social, enquanto 56% dos gerentes de patrimônio já adotaram novas plataformas digitais. Blockchain é a menos utilizada das oito ferramentas digitais citadas. Ainda, 80% dos gestores de ativos e 77% dos gerentes de patrimônio esperam que a digitalização mude sua indústria parcial ou totalmente nos próximos dez anos.

“Encomendamos este estudo para medir o impacto esperado da tecnologia digital nas indústrias de gerenciamento de ativos e patrimônio nos próximos dez anos e seu papel percebido em sustentar ou transformar os modelos de negócios”, afirma Guillaume Dufour, Vice-Presidente da Indústria de Serviços Financeiros e Empresarias da Dassault Systèmes. “Nós continuaremos a apoiar as instituições financeiras em sua transformação digital com as Industry Solution Experiences (ISEs) como nossa ‘Innovation Factory’ para digitalizar processos, aumentar a governança, acelerar o time to market e reduzir custos regulatórios para melhor servir a base de clientes sempre em mudança”.

O estudo mostra também que, pressão constante sobre os custos, a crescente importância das taxas e encargos como diferenciadores, o aumento dos fundos passivos de baixo custo, a entrada no mercado de Fintechs e gigantes da internet e uma nova geração de investidores digitalmente experientes que estão acelerando a digitalização.

Outro destaque é que a maioria prevê um ambiente competitivo de alianças com disruptores externos ou o desenvolvimento de plataformas proprietárias. Apenas a minoria acredita que os disruptores externos criem nichos.

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