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Instituto Tecnologia e Equidade aposta em inteligência sistêmica para solucionar problemas sociais

Entidade busca na tecnologia uma forma de solucionar problemas sociais

04/02/2019 às 13h55

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As engrenagens que sustentam uma sociedade estão sujeitas a determinados problemas. São falhas na democracia, picos de violência, catástrofes naturais, desigualdades sociais e uma série de outras questões que podem desequilibrar marcos civilizatórios. Para fomentar uma sociedade capacitada, livre e conhecer o sistema em que ela se encontra e suas principais características, o IT&E (Instituto Tecnologia e Equidade) promove o uso da inteligência sistêmica para responder a esses problemas complexos, com uma metodologia exclusiva.

O IT&E é uma organização sem fins lucrativos que promove, aplica e ensina o pensamento sistêmico como alternativa inovadora e efetiva no alcance de uma sociedade mais equitativa e próspera. Sua metodologia busca auxiliar governos, movimentos sociais, terceiro setor, empresas, organizações de ensino, entre outros atores capazes de causar impacto na sociedade. A divisão metodológica passa por pesquisa, capacitação e consultoria.

O Instituto realiza pesquisas, capacitações em pensamento sistêmico, produz sistemas complexos que podem refletir diversas realidades. A organização identifica propostas de Pontos de Alavancagem de Mudanças Sistêmicas e processos para catalisar as alterações ao identificar estratégias e atores sociais.

Em um segundo modelo de mapa, a divisão metodológica se torna mais detalhada ao apresentar como o pensamento sistêmico se aplica. O Instituto mostra para seus parceiros e públicos interessados a necessidade de definir determinados problemas e em qual sistema ele se encontra. Desse modo, é possível identificar principais características, as falhas, criar novos cenários possíveis e propostas de pontos de alavancagem, ou seja, locais em que é possível empreender esforços para solucionar questões complexas.

Em 2018, o Instituto Tecnologia e Equidade atuou nas Eleições, na tecnologia e na Democracia. A organização desenvolveu uma série de projetos de impacto ao longo do ano: o White Paper “Recomendações Sistêmicas para Combater a Desinformação nas Eleições do Brasil”, a pesquisa “Desinformação em Eleições: desequilíbrios acelerados pela tecnologia” e também iniciou a produção do documentário “Sala da Democracia”. A produção é uma parceria com a produtora e distribuidora “Elo Company”.

Também no ano passado, o IT&E, em parceria com o ITS Rio (Instituto Tecnologia e Sociedade do Rio), atualizou o sistema da ferramenta “PegaBot”. A plataforma foi relançada no período eleitoral e serve para analisar a possibilidade de contas do “Twitter” serem, na verdade, controladas por robôs (contas automáticas). O “PegaBot” já foi utilizado pelo jornal “Folha de S.Paulo” para comprovar a atividade de bots favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Neste ano, em parceria com o “AppCívico”, vai lançar um algoritmo.

Lançado em julho e responsável por apresentar um modelo do Sistema de Propaganda Eleitoral na Internet nas Eleições de 2018, o White Paper propõe soluções a partir do conteúdo denominado “pontos de alavancagem sistêmica” com auxílio do mapa "Propaganda Eleitoral na Internet no Brasil", desenvolvido com o uso do pensamento sistêmico. O material revela os caminhos das notícias falsas a fim de alcançar a realidade sistêmica em torno das eleições, com informações transparentes e legítimas que gerem voto consciente e justo.

Outro grande projeto foi a pesquisa “Desinformação em Eleições: desequilíbrios acelerados pela tecnologia”, que explora o universo das “fake news” e dos bots utilizados para propagá-las.

 

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