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Inteligência artificial e humana

A inteligência artificial tornou-se uma aliada indispensável do homem para o sucesso nos fluxos de trabalho.

*Mauro da Rocha Santos

08/11/2019 às 20h49

Foto: Shutterstock

A inteligência artificial tornou-se uma aliada indispensável do homem para o sucesso nos fluxos de trabalho. Atuando em sinergia, a tecnologia e a destreza das pessoas nos procedimentos diários maximiza as chances de sucesso. Proporciona condições, sobretudo antecipando ou criando cenários – para produtividade na atuação da equipe, mapeamento do workflow e estruturação do marketing. De forma estratégica e contínua, a produtividade se une à qualidade, resultando em eficiência efetiva.

Nas atividades cotidianas, geralmente estamos conectados a algum software. Porém, por mais automatizado que seja, é necessária ação humana para conduzir ao que desejamos. A correta inclusão de informações nos sistemas é essencial: uma ferramenta apenas dará ótimos resultados se as ações das pessoas estiverem em harmonia com a tecnologia. Um software – com belos relatórios e dashboards, impecáveis indicadores e arrojado mapeamento de fluxos de trabalhos – só dará ótimos resultados se as ações das pessoas estiverem em harmonia com a tecnologia.

O workflow depende da atuação humana alinhada à inteligência artificial. São registradas informações para, posteriormente, orquestrá-las em forma de dados. Elas, por sua vez, atuam como bússolas para a tomada de decisões. Auxiliam na postura estratégica, nas negociações e na construção de teses.

Todavia, alimentar um software com informações exige cuidado e atenção. Por isso, é fundamental a qualidade no que se faz, com foco e maestria. E, sem trocadilhos, utilizando-se do próprio “estado de flow”, proposto pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi. Trata-se de um estado mental sem distrações, em que a pessoa está totalmente envolvida no que está fazendo. Dessa forma, e somando-se à tecnologia, a ação humana se tornará surpreendente.

O Kaizen – que, em tradução livre, significa “melhoria contínua” – se tornou um mantra no Japão após a Segunda Guerra, elevando o país ao patamar dos maiores players mundiais em pouco tempo. Esse postulado traz um dica que podemos aplicar no nosso dia a dia: sempre podemos fazer melhor, seja o que for. Nesse sentido, é imprescindível que as pessoas que atuam em workflow e lidam com algum software tenham noção de seu potencial e da tecnologia que estão usando para poder extrair o máximo possível. Se reconhecermos a inteligência artificial como algo excelente, poderemos potencializá-la. E, então, seremos excepcionais com nossas ações.

*Por Mauro da Rocha Santos, bacharel em Direito e assistente administrativo da CDI – Central de Diligências

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