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Mercado de redes LTE privadas alcançará marca de US$ 1,3 bilhão até 2019

15/06/2016 às 11h51

Mercado de redes LTE privadas alcançará marca de US$ 1
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O mercado de redes eNodeB LTE privadas alcançará a marca de US$ 1,3 bilhão até 2019, de acordo com estudo realizado pela Huawei, em parceria com a IHS, empresa especializada em análises da indústria de comunicações em áreas críticas.

De acordo Thomas Lynch, coautor do estudo e diretor do Grupo de Comunicações Críticas da IHS, "As previsões no longo prazo demonstram que a taxa de crescimento das redes LTE privadas será ainda maior", conta. "Sistemas para redes LTE privadas deverão ser adotados por mais de um milhão de usuários até 2021.”

Esse resultado se deve a uma transformação no segmento de segurança pública global, em que órgãos do setor buscam desenvolver redes privadas de comunicações críticas para melhorar capacidades, como permitir que departamentos de polícia adotem comando visual para prever e responder rapidamente a incidentes.

A execução visual dentro do setor público requer uma maior largura de banda, já que as atuais tecnologias de banda estreita, incluindo analógica e digital, são incapazes de suportar esta demanda. Dessa forma, o segmento de segurança pública começa a desenvolver redes de banda larga LTE privadas que integram serviços de voz, dados e vídeo para atender a esse requisito.

Estimulados por esta tendência, alguns fornecedores já lançaram soluções projetadas para este segmento, indicando a importância das redes de banda larga LTE para habilitar as comunicações críticas no futuro.

“Até o fim do primeiro trimestre de 2016, a Huawei assinou 180 contratos para redes eLTE e criou 84 redes eLTE comerciais para diferentes setores, como segurança pública, transporte e energia", afirma Jianhua Peng, presidente da Unidade de Negócios Empresariais Wireless da Huawei, complementando que a empresa já disponibilizou, por exemplo, a solução de trunking em banda larga eLTE em projetos como a rede e-Government em Nanjing, para a polícia de Xangai, delegacias de polícia no Quênia, para o metrô de Zhengzhou e para o sistema ferroviário metropolitano de Adis Abeba (capital da Etiópia). "Isto melhora a confiabilidade, o custo-benefício e a flexibilidade das redes”, encerra.

O estudo LTE em Segurança Pública mostra os desafios do segmento de segurança pública, incluindo recomendações práticas sobre as políticas de implantação das redes e tendências do desenvolvimento da rede LTE privada.

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