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Experiências imersivas e máquinas inteligentes são tendências-chave na corrida para o digital

Por Redação

em Mercado

2 anos atrás

Organizações que enfrentam diariamente a transformação digital devem investir em três pontos-chave se quiserem se tornar mais relevantes e ganhar competitividade, segundo o Hype Cycle do Gartner – levantamento que aponta maturidade, adoção e aplicação de tecnologias específicas.

De acordo com o estudo, experiências imersivas, a era da máquina inteligente, e a revolução da plataforma são as três tendências-chave que criam de forma profunda novas experiências inteligentes e oferecerão plataformas que irão permitir às organizações se conectarem com novos ecossistemas de negócios.

Mark J. Walker, diretor de pesquisas do Gartner, aponta que esse Hype Cycle especificamente foca em uma coleção de tecnologias que tem grande potencial de entrega de alto nível de competitividade para os próximos 10 anos.

“Para prosperar na economia digital, arquitetos corporativos devem continuar a trabalhar com CIOs e líderes empresariais para descobrir proativamente tecnologias emergentes, as quais farão com que modelos de negócios transformacionais sejam vantagem competitiva, ampliem valor pode meio da redução de custos operacionais, e superem obstáculos legais e regulamentares”, afirma Walker.

Tendências
Segundo Walker, essas tendências ilustram que “quanto mais organizações são capazes de tornar a tecnologia parte integrante da experiência entregue para clientes, parceiros e funcionários, mais elas serão capazes de conectar seus próprios ecossistemas em plataformas de maneiras completamente diferentes e dinâmicas”, observa. Confira abaixo um pouco do que são essas três tendências apontadas pelo Gartner.

Experiências imersivas: a tecnologia irá cada vez mais focar em humanos ao ponto que haverá a imersão de pessoas, negócios e coisas. Esse relacionamento se tornará mais muito mais entrelaçado à medida que a tecnologia se tornar mais adaptável, contextual e fluída dentro do local de trabalho e em casa, bem como começará e interagir com empresas e outras pessoas.

Tecnologias críticas a serem consideradas: impressão 4D, interface cérebro-computador, computação afetiva, displays volumétricos, casas conectadas, realidade aumentada e realidade virtual, bem como dispositivos controlados por gestos.

Máquinas inteligentes: essa será a classe de tecnologias mais disruptivas nos próximos anos devido a introdução de poder computacional nunca antes visto, volume de dados quase que infinitos, e avanços sem precedentes em redes neurais os quais permitirão que empresas com tecnologias de máquinas inteligentes coletarão dados a fim de se adaptar a novas situações e resolver problemas que ninguém sequer teve de enfrentar antes.

Tecnologias a serem consideradas: machine learning, assistentes pessoais virtuais, especialistas cognitivos, Smart Data Discovery, robôs inteligentes, drones, veículos autônomos, sistemas de pergunta e resposta natural, Data Broker PaaS (dbrPaaS).

Revolução da plataforma: Tecnologias emergentes estão revolucionando conceitos sobre como plataformas são definidas e usadas. A mudança da infraestrutura técnica para plataformas que habilitam ecossistemas está sendo base para modelos de negócios inteiramente novos e que estão formando a ponte entre humanos e tecnologia. Dentro destes ecossistemas dinâmicos, organizações devem proativamente entender e redefinir suas estratégias para criar modelos de negócios baseados em plataforma, e explorar algoritmos internos e externos a fim de gerar valor.

Tecnologias-chave incluem: computação quântica, blockchain, plataformas de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), segurança definida por software.


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