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Uso de acessórios não originais é responsável por 50% dos reparos

Por Jessica Valente da DFREIRE

em Cenário

3 semanas atrás

Dados são de rede de assistências técnicas. Recomendação é sempre usar originais

Comprar um segundo carregador, cabo ou fone de ouvido para o smartphone é algo comum hoje, pois são acessórios frágeis que danificam com o tempo e não dá para ficar sem reserva. Nesse momento surge o dilema: comprar o baratinho em lojas populares ou pagar mais caro no acessório original vendido pelos fabricantes.

Pagar metade do preço em um produto paralelo pode sair mais caro, afirma o Rodrigo Bonacorso, gerente de laboratório da PLL Assistências do Grupo PLL, empresa especializada em serviços de assistência técnica de celulares. “Os produtos dos fabricantes são mais caros porque passam por diversos testes de qualidade, são certificados pela Anatel e ainda garantem uma vida útil mais longa ao celular. Já os paralelos são baratos, mas podem danificar o aparelho e causar uma série de problemas que ao longo do tempo a pessoa terá que gastar com reparo do celular e um novo acessório”, ressalta Rodrigo.

Um carregador genérico afeta o desempenho da bateria e faz a fonte jogar mais energia que o necessário, o que superaquece o smartphone e incha a bateria interna. Um fone de ouvido que não é original do fabricante danifica a entrada do conector.

“Muitas vezes as pessoas reclamam que o celular novinho com pouco tempo de uso está com mau contato e problemas no áudio, sem saberem que a causa disso foram os acessórios de má qualidade comprados por elas. Por isso, a importância de optar sempre por produtos originais e serviços de uma assistência de qualidade”, alerta o gerente de laboratório da PLL.

A PLL Assistências atua como rede autorizada dos principais fabricantes de celulares como Apple, Motorola, Samsung, LG e Sony, realizando mais de 40 mil reparos por mês, além trabalhar com regulação de sinistros, atendimento corporativo e venda de celulares seminovos e acessórios de qualidade. Ao todo são nove assistências técnicas em operação distribuídas em três estados: Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.


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