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Watson vai atingir todas as indústrias, garante líder da plataforma

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em Indústria

2 anos atrás

Marc Dupaquier, gerente-geral de negócios globais da IBM, afirma que o Watson, plataforma cognitiva da IBM, atingiu tal estágio atual e tem se desenvolvido tão rapidamente graças, entre outros motivos, a uma pessoa. O executivo se refere a John Kelly, vice-presidente de soluções cognitivas da companhia, que, em sua posição, é responsável por liderar o desenvolvimento da principal plataforma da Big Blue.

Durante participação no IBM PartnerWorld Leadership Conference, Kelly enumerou as vantagens e possibilidades de aplicações utilizando a plataforma, grande aposta da IBM para liderar uma nova revolução, a chamada era cognitiva.

Kelly é categórico: todas as indústrias serão impactadas por tecnologias como esta. Atualmente, cerca de um terço das decisões em companhias não é certeira, o que, para o executivo, abre ainda mais o campo de atuação para sistemas cognitivos. “É uma enorme oportunidade para otimizar as indústrias. Há diversas oportunidades e podemos revolucionar cada uma delas”, disse, durante apresentação no evento.

Esse mercado, classificado, como “suporte para decisões” (onde as plataformas de inteligência artificial se encaixam), movimentará, em 2025, US$ 2 trilhões, o dobro, por exemplo, do que o mercado tradicional de TI, que é estimado em US$ 1,5 trilhão em 2020.

E tudo baseado na nuvem. “O Watson não sabe nada até alguém colocar dados. E, com esses dados, mais informações que a IBM trará.”

A indústria que mais tem sentido esse impacto (positivo) é a da saúde. O executivo cita também os setores financeiro, IoT e educação. “Nenhuma outra plataforma tem todas essas capacidades como o Watson”, garante.

Onipresença
O presidente da IBM no Brasil, Marcelo Porto, durante conversa com jornalistas, deu um exemplo que vai em linha ao que Kelly afirmou sobre a revolução em indústrias. Porto classifica o Watson como onipresente.

“Ele pode ser um professor assistente, ganhar prêmios ou ajudar no diagnóstico de câncer. Os problemas de negócios estão sendo endereçados para essas soluções disponíveis”, destaca.

Ou seja, é uma plataforma aberta com APIs que permitem aos parceiros o desenvolvimento de aplicações e soluções para cada indústria. “Basta ter um problema de negócios, para recorrer aos serviços na nuvem e desenvolver uma solução desse problema”, completa.

*O jornalista viajou a Las Vegas (EUA) a convite da IBM


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