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Robôs não vão nos matar nas próximas duas décadas, afirma ex-CEO do Google

Não são com os robôs que devemos nos preocupar, mas com os humanos responsáveis por escrever seus códigos

Redação*

05/03/2018 às 10h19

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Fiquem tranquilos. Os robôs provavelmente não vão escravizar, nem eliminar seres humanos nas próximas duas décadas. Falando na Conferência de Segurança de Munique na semana passada, o ex-CEO do Google, Eric Schmidt, minimizou o cenário do dia do juízo popular, afirmando: “posso prever com confiança que estamos a um ou duas décadas de distância desse cenário. Vamos nos preocupar com eles, mas vamos nos preocupar mais para frente”.

Avanços rápidos em inteligência artificial e robótica ampliaram a discussão nos últimos anos sobre o tema. Com uma geração inteira criada em filmes de ficção científica que descrevem levantamentos nossa morte por robôs, é quase que uma certeza de que passaremos por cenário de caos no futuro. E é certamente plausível, mas não provável.

“Essas tecnologias [robôs] têm sérios erros neles, e eles não devem ser usados para decisões criativas”, disse.
Na verdade, a maioria de tecnologias de inligência artificial e robôs é bom em tarefas comuns, simples e repetitivas que são fáceis de definir e medir. Os robôs não são tão bons em improvisar. Eles precisam de um conjunto definido de regras e essas regras precisarão, cada vez mais, incluir medidas de proteção contra falhas para desligar a máquina em períodos de falha.

E enquanto essas tecnologias continuarão a melhorar, a sensibilidade não está em qualquer lugar no horizonte. Para que um robô seja perigoso, tem que de programado para ser perigoso. Portanto, não são com os robôs que devemos nos preocupar, mas com os humanos responsáveis por escrever seus códigos.

*Com informações do The Next Web

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