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CYLK Technologing verticaliza unidade de cibersegurança

Por Ademir Morata de Souza da M4R

em Segurança

7 dias atrás

Empresa também contratou Alexandre Martinez para liderar grupo multidisciplinar

A CYLK Technologing, empresa do Grupo IHC focada em integração de sistemas e serviços gerenciados de segurança, conectividade e multicloud, acaba de consolidar a readaptação de sua estrutura, com o estabelecimento de Business Units (BUs) que aglutinam todos os especialistas envolvidos nos projetos, da consultoria ao suporte pós-implementação.

A BU de Cybersecurity passa a ser liderada por Alexandre Martinez, que nos seus primeiros meses de atuação como diretor já atuou em iniciativas como a fusão com a Munio (especializada em segurança industrial e de automação) e no desenvolvimento da parceria com a Ópice Blum Academy para programas de compliance à LGPD.

“Percebemos que o cliente de fato precisa de uma estrutura mais ágil para entender suas prioridades e responder com o melhor recurso disponível”, conta Martinez. “Cibersegurança cobre vários aspectos, da infraestrutura técnica à cultura organizacional, e várias tecnologias se aplicam em diferentes camadas (servidor, rede, nuvem, base de dados, arquivos, entre outros.). No fim do dia, o cliente quer a solução que mitigue seus riscos, caiba no orçamento e dê tranquilidade para aproveitar as oportunidades de inovação em seu negócio”, resume.

Com mais de 10 anos de experiência na liderança de empresas de cibersegurança e participação em comitês de entidades como Abore (Associação Brasileira de Oficiais da Reserva) e Fecomércio, Martinez reconhece a dificuldade das organizações, com equipes e orçamentos restritos, de juntar todas as pontas de uma estrutura de cibersegurança.

“Embora seja um setor em crescimento e com muitas alternativas, grande parte das ofertas se concentra em determinado produto ou conjunto de funcionalidades. Essa visão limitada pode deixar brechas de risco, aumentar o custo ou, pior ainda, restringir desnecessariamente o trabalho das pessoas”, adverte.

Além de contar com o mais completo e amplo repertório de soluções tecnológicas em todas as camadas de segurança, os diversos especialistas da BU de Cybersecurity passam a ter uma colaboração ainda mais ágil, para antecipar os diversos aspectos de um projeto ou demanda e desenvolver imediatamente a solução mais eficaz.

Crescimento e novos desafios em 2019

Nos segmentos em que a CYLK já era referência em cibersegurança (gestão de vulnerabilidades; programas de conscientização; proteção de end points, segurança de rede, aplicações, dados e nuvem, e serviços gerenciados), a empresa manteve seu ritmo de expansão, com crescimento de 30% em 2018. Nesse período, a CYLK conduziu iniciativas que sinalizaram a estratégia agora consolidada com a criação da BU de Cybersecurity.

Com base nas experiências vividas neste período, Martinez destaca algumas das principais demandas dos clientes de vários setores que devem se intensificar neste ano:

Compliance, privacidade e segurança de dados se tornam questões urgentes, tanto pela adequação à GDPR e preparação à LGPD quanto por outros agravamentos das consequências de violações e vazamentos. Nesse contexto, a BU de Cybersecurity da CYLK desenvolve pacotes completos e customizados, que cobrem todas as etapas, como diagnóstico de riscos (jurídicos, institucionais e operacionais), classificação, criptografia, controles e outros componentes necessários em cada caso.

Integração de IT e OT (tecnologia de operações, ou a computação embarcada em equipamentos industriais e outros dispositivos automatizados) é um dos vetores da transformação digital, que tem como contrapartida a necessidade de proteger parques de máquinas de produção, automação predial e outros elementos que precisam de alta disponibilidade e defesas a cibercriminosos.

Segurança em nuvem continua a ser um ponto fundamental para acelerar e reduzir custos de iniciativas de negócio. A diversidade de modelos de serviços (IaaS, SaaS, VPCs, entre outros) e as alternativas tecnológicas de segurança (gestão própria de chaves, criptografia, SD-WAN e outras tecnologias) vão ao encontro da estratégia de tecnologia agnóstica e customização proposta pela BU de Cybersecurity da CYLK.
Serviços gerenciados e automação tornam-se fundamentais tanto para dar conta da complexidade da cibersegurança, quanto para se ter um caminho operacional e financeiramente viável de escalar e inovar no ambiente de segurança. A opção de serviços gerenciados, apoiada por equipes multidisciplinares e automação das tarefas técnicas, acelera a incorporação de recursos como Inteligência Artificial e Machine Learning, para enfrentar novos cenários de risco otimizando em cada momento o uso da estrutura já existente.

Multicloud e Connectivity também adotam modelo de especialização e agilidade

Além da BU de Cybersecurity, a CYLK também aglutinou times multidisciplinares nas BUs de Multicloud e Connectivity, agora dirigidas pelo sócio-diretor Rodrigo Larrabure. “Esta migração da estrutura comercial e de engenharia para as Business Units permitirá que a CYLK mantenha cada vez mais foco nas soluções e serviços ofertados, maximizando a interação entre as diversas áreas envolvidas no ciclo de atendimento”, esclarece Carlos Carnevali Junior, CEO da CYLK.

Larrabure observa que na área de Multicloud a amplitude das ofertas dos provedores e a realidade de TI em cada organização levam a demandas completamente distintas, que exigem uma abordagem customizada. “Algumas empresas estão migrando aplicações do data center; outras já começam projetos sobre microsserviços e containers; e na prática muitos combinam diferentes modelos e provedores, o que torna a gestão dos requisitos de qualidade, financeira e de segurança um desafio muito complexo e peculiar a cada cliente”, descreve.

A verticalização da BU de Connectivity, segundo o diretor, vai no mesmo caminho de acelerar a colaboração em torno da solução ao cliente. Contudo, Carnevali enfatiza que também foram aperfeiçoados os esquemas de colaboração transversais entre os grupos especializados. “Quem desenha e implementa a rede, evidentemente, já tem que trabalhar com as premissas do tráfego multicloud e da padronização das políticas de segurança”, exemplifica.


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