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Países estão em diferentes estágios de proteção de dados na nuvem

Por Redação

em Segurança

4 meses atrás

Brasil está entre os menos cuidadosos quando o assunto é compartilhamento com terceiros de informações sensíveis e confidenciais armazenadas na nuvem

Apenas dois quintos (40%) dos dados armazenados na nuvem estão protegidos com criptografia e soluções de gerenciamento de chave. É o que revela estudo realizado pela Gemalto. A conclusão do levantamento é a de que existe uma grande diferença entre o nível de precauções de segurança aplicadas pelas empresas em diferentes mercados.

O resultado – parte do estudo “2018 Global Cloud Data Security Study” do Ponemon Institute, encomendado pela Gemalto – revelou que as organizações do Reino Unido (35%), Brasil (34%) e Japão (31%) são menos cuidadosas do que as da Alemanha (61%) no compartilhamento com terceiros de informações sensíveis e confidenciais armazenadas na nuvem. O estudo entrevistou mais de 3,2 mil profissionais de TI e segurança em TI para obter um melhor entendimento das principais tendências em administração de dados e práticas de segurança para serviços baseados em nuvem.

A liderança da Alemanha em segurança em nuvem abrange ainda aplicações de controle, como criptografia e tokenização. A maioria (61%) das organizações alemãs revelou que protege informações sensíveis ou confidenciais, embora sejam armazenadas na nuvem, à frente dos EUA (51%) e do Japão (50%).

O nível ou a segurança aplicada aumenta um pouco mais quando são enviadas e recebidas pela empresa, aumentando para 67% em relação à Alemanha, com o Japão (62%) e a Índia (61%) em seguida.

Mais de três quartos (77%) das organizações ao redor do globo reconhecem a importância de ter a capacidade de implementar soluções criptológicas, como a encriptação. A tendência é que isso só aumente, com nove em cada 10 (91%) acreditando que esse movimento será maior nos próximos dois anos – um aumento do 86% aferido ano passado.

Cautela
Metade das organizações responderam que informações de pagamento (54%) e dados de clientes (49%) estão em risco quando armazenados na nuvem. Mais da metade (57%) das organizações globais também acreditam que a utilização da nuvem as torna mais propensas a burlar regulamentações de privacidade e proteção de dados, um pouco abaixo dos 62% em 2016.

Devido a esse risco percebido, quase todas (88%) acreditam que a nova Regulamentação Geral de Proteção de Dados da Europa (GDPR, do inglês General Data Protection Regulation), irá exigir mudanças na administração da nuvem, com duas em cinco (37%) afirmando que exigirá mudanças significativas.

Assim como a dificuldade em atender os requisitos regulatórios, três quartos dos entrevistados globais (75%) também relataram que é mais complexo gerenciar regulamentações de privacidade e proteção de dados em um ambiente de nuvem do que em redes nas instalações do cliente, com a França (97%) e os EUA (87%) liderando a lista, seguidos da Índia (83%).


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