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Social selling: redes sociais ampliam oportunidades de negócios

Potencial mercadológico das redes sociais impactam estratégias de vendas e empregabilidade de profissionais

Joao Marinho

18/10/2018 às 17h42

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Você sabia que, hoje, um em cada três casamentos começa on-line, em aplicativos de paquera ou redes sociais? Que, a cada dois segundos, um novo perfil é aberto no LinkedIn? Que 90% das decisões atuais em B2B sofrem influência das redes sociais?

Os costumes da geração Z, como a ativa presença nas redes sociais, têm impactado as relações entre consumidores e empresas e até mesmo o modelo de compras B2B. Esse foi o foco da palestra “Social selling e o mercado 4.0 de TI: como vendi um projeto de 7 milhões usando a internet?”, proferida hoje (18/10) no palco Business Technology do IT Forum Expo 2018 por Ricardo Augusto Custódio de Lima, executivo da empresa Vendas Sociais e consultor de social selling com vasta experiência em vendas B2B.

Vendas sociais

Na palestra, os participantes foram convidados a conhecer o poder das internet e das redes sociais em termos de negócios, já que, nesses serviços, há espaço para a manifestação de preferências particulares e, consequentemente, campo para análise de dados de mercados potenciais e direcionamento de público. Mais do que isso, as redes podem impulsionar as vendas continuamente, o que interfere diretamente nas estratégias B2B e B2C. Não por acaso, conforme apresentou Lima, 77% das decisões em empresas atualmente são tomadas com informações oriundas da internet, e 74% das vendas ocorrem sem a presença física de um vendedor.

A interação e a adesão cada vez maior à tecnologia também têm afetado a empregabilidade, tanto no setor de TI quanto em outros mercados. “A tecnologia muda comportamentos, influencia comportamentos, e isso muda a empregabilidade”, diz Lima, que está em processo de desenvolvimento do Power In, uma ferramenta de social selling 100% nacional voltada ao LinkedIn.

Um dos aspectos mais visíveis dessa influência é a tendência de chegada ao mercado de uma mão de obra altamente qualificada (mão de obra 4.0), oriunda sobretudo da geração Z, que tem assumido cargos de gestão, alterado a forma de fazer negócios e conduzido processos disruptivos. “Hoje, é fundamental, para empresas e profissionais, conhecer tecnologia, extração de dados e saber transformar esses dados em informação e conhecimento”, finaliza.

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