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3 dicas para desenhar uma estratégia vencedora de inteligência artificial

Por Redação

em Inteligência artificial

1 semana atrás

Gartner indica caminhos para ter sucesso com projetos que envolvem a tecnologia mais citada dos últimos meses

Empresas estão nos primórdios no uso de inteligência artificial (AI), apesar do amplo uso dessa tecnologia até para ler notícias ou acessar mídias sociais. O alerta é do Gartner. Segundo o instituto de pesquisa AI está em ação também nos aplicativos mais comentados, incluindo RoboAdvisors e RoboTraders no setor financeiro, chatbots e assistentes pessoais de compras no varejo, diagnósticos médicos, monitoramento remoto de pacientes e tutores de IA para educação personalizada.

Diante do cenário, aponta Mike Rollings, vice-presidente de Pesquisas do Gartner, agora é o momento de definir a estratégia de AI e avaliar o impacto nos modelos de negócio e na experiência dos clientes. De acordo com ele, AI não oferece apenas o potencial para melhorar radicalmente as atividades de negócio existentes, como também cria o potencial para estratégias de negócios orientadas a dados. Isso torna Data e Analytics fator fundamental de estratégia, que, por sua vez, autoriza um estudo mais amplo do potencial de uso de AI.

Agora é o momento de os Chiefs Data Officers (CDO) definirem estratégias de inteligência artificial e avaliarem o impacto nos modelos de negócios e na experiência dos clientes. Segundo o analista do Gartner, não é suficiente olhar para Inteligência Artificial como um subproduto de outro trabalho estratégico, o foco precisa estar em três principais pilares:

1. Desenvolver linha clara de visão para geração de valor para os negócios

Comece avaliando a relevância da inteligência artificial para os mais importantes resultados de seu negócio, criando novas capacidades orientadas por dados, assim como uma nova visão em relação aos desafios operacionais e de TI específicos. Muitas organizações se tornam fãs das capacidades de AI, mas no processo elas falham em determinar os fatores estratégicos que podem gerar mais valor para as companhias.

2. Explorar o potencial revolucionário na experiência do cliente

Um levantamento dos membros do Círculo de Pesquisa do Gartner mostra que os três principais tipos de aplicativos de inteligência artificial que eles usavam ou planejam usar se relacionam todos com melhorar a experiência dos clientes. A inteligência artificial apresenta oportunidades únicas para ganhar insights e criar personalização. Até 2020, 25% dos serviços aos clientes e operações de apoio integrarão assistentes virtuais com tecnologia inteligente em todos os canais de engajamento.

3. Abordar impactos organizacionais, de governança e tecnológicos

Preparar para desafios organizacionais, de governança e tecnológicos impostos por Inteligência Artificial. Focar em desenvolver uma cultura orientada por dados, habilidades em ciência de dados e a capacidade para “Falar Dados” de uma perspectiva de negócios.

O Gartner alerta que os executivos de TI devem levar em conta considerações éticas e regulatórias. É possível que os mesmos dados com os mesmos Analytics possam ser governados de forma diferente com base no contexto de uso – um sendo eticamente certo e o outro potencialmente errado, e com o mesmo sendo potencialmente verdadeiro para segurança, privacidade, conformidade, retenção e outros, desde que separadas as questões. Como resultado, os líderes de Data e Analytics necessitarão levantar temas de governança como parte das discussões normais do negócio.


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