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Aprendizado de máquina remodela cibersegurança

Por Redação

em Tech

2 anos atrás

Inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) está transformando as práticas de segurança cibernética, dando às empresas a capacidade de detectar ataques em estágios iniciais ou até mesmo antecipá-los. A Darktrace, startup que está aplicando a aprendizagem da máquina à segurança cibernética, compara sua abordagem com a do sistema imunológico humano.

“O que eu encontro quando converso com os CIOs é que eles se queimam porque precisam comprar mais e mais ferramentas, mas continuam com o problema. Nós identificamos uma forma de quebrar esse ciclo”, disse ao jornal The New York Times, a CEO da Darktrace, Nicole Eagan. “E se a cibersegurança funcionasse mais como o sistema imunológico humano, e aprendesse um senso inato do que é o ‘eu’ e do que não é o ‘eu’? Criam-se anticorpos digitais para ajudar a defender a rede”, refletiu.

A empresa foi fundada em 2013 por especialistas em matemática e aprendizagem de máquina da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos, e da comunidade de inteligência. Os primeiros investidores incluíram a Invoke Capital, fundada por Mike Lynch, ex-CEO da Autonomy. O negócio levantou mais de US$ 90 milhões da Invoke, KKR, Softbank e outros.

A tecnologia Darktrace se baseia no conceito de aprendizagem automática não supervisionada, que essencialmente se treina. “Não requer treinamento prévio em conjuntos de dados. Ela aprende em tempo real, com base no que realmente está acontecendo no mundo “, disse a executiva. A empresa possui uma gama de clientes com aplicações em áreas como redes corporativas, sistemas de controle industrial, sistemas de abastecimento de água e escritórios de advocacia.

A startup faz parte de uma estratégia cibernética abrangente que inclui pessoal, treinamento e compartilhamento de informações com outras agências. Ela também planeja construir um centro de informação cibernética no final deste ano para maximizar a segurança e servir cidadãos.


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