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Brasil campeão? Relembre as previsões da AI do Goldman Sachs para a Copa do Mundo

Por Redação

em Inteligência artificial

4 meses atrás

Método preditivo do grupo financeiro errou praticamente tudo que previu antes do torneio

Já virou tradição antes de grandes eventos esportivos o uso de tecnologias preditivas para antecipar as chances de cada equipe. Na Copa do Mundo da Rússia, que se encerra no próximo domingo (15/7), não foi diferente.

Antes do início da Copa, o Goldman Sachs utilizou inteligência artificial e machine learning para executar 200 mil modelos e simular 1 milhão de variações para definir quem seria o vencedor. Mas os resultados mostram que teoria e prática estão muito distantes e também que o futebol é de fato um esporte imprevisível e capaz de surpreender até mesmo as máquinas.

França e Croácia farão a grande final da Copa e, na previsão do Goldman Sachs, apenas os franceses chegariam perto. Eles seriam semifinalistas contra o Brasil e seriam derrotados pelos brasileiros. Nossa seleção, aliás, faria a final contra a Alemanha, em uma revanche da semifinal de 2014, e levaria o hexa. Infelizmente isso não aconteceu.

A Croácia, por sua vez, não passou nem da primeira fase na simulação. De acordo com as previsões do Goldman, Argentina e Islândia seriam os classificados do grupo D, mesma chave que tinha os croatas.

“Capturamos cuidadosamente a natureza do torneio usando métodos estatísticos de última geração e consideramos muitas informações ao fazê-lo”, escreveu um grupo de estrategistas da equipe de pesquisa internacional do Goldman, em uma nota. “Mas as previsões permanecem altamente incertas, mesmo com as mais sofisticadas técnicas estatísticas, simplesmente porque o futebol é um jogo imprevisível. É claro que é exatamente por isso que a Copa do Mundo será tão emocionante de assistir”, completou, já considerando a imprevisibilidade do torneio.

Relembre as principais conclusões dos dados do Goldman:

– Espera-se que o Brasil conquiste o seu sexto título da Copa do Mundo, derrotando a Alemanha na final por uma pontuação não equacionada de 1,70 a 1,41 (Como sabemos, o Brasil caiu nas quartas para a Bélgica, enquanto a Alemanha sequer passou da primeira fase)

– A Inglaterra deve chegar às quartas de final, fase em que o Goldman diz que os ingleses vão perder para a Alemanha (A Inglaterra chegou às semifinais, além do que o modelo previu)

– Espanha e Argentina devem apresentar desempenho abaixo do esperado, ambos perdendo nas quartas de final (Ambas as seleções tiveram desempenho abaixo do esperado, mas caíram antes mesmo das quartas de final, nas oitavas)

– A Rússia não deve sair da fase de grupos, apesar do seu papel como anfitrião do torneio (A Rússia foi uma das grandes sensações do torneio, chegando às quartas de final, fase em que perdeu para os finalistas croatas nos pênaltis)

– A Arábia Saudita é considerada a equipe surpresa que sai da fase de grupos, à frente da Rússia (Ao contrário de surpresa, a Arábia Saudita foi uma das seleções com pior desempenho. Conquistou apenas três pontos, com uma vitória sobre o Egito, e perdeu por 1 a 0 para o Uruguai e foi goleada na estreia para a Rússia: 5 a 0)

A previsão do Goldman Sachs foi essa:

Mas isso foi o que de fato aconteceu:

Ok, o modelo preditivo pouco acertou. Mas convenhamos, quem imaginaria tamanha surpresa com a Croácia chegando à final e gigantes como Brasil e Argentina ficando para trás?


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