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Brasil precisa avançar na maturidade digital, indica pesquisa

Por Redação

em Cloud computing

3 meses atrás

Levantamento realizado pela Citrix indica que país investe em cloud e trabalho flexível, mas uso não está alinhado com estratégias de negócios

Estudo da Citrix indicou que entre os países da América Latina, o Brasil está à frente quando o assunto é nuvem. No País, 57% de empresas são adeptas da tecnologia. No entanto, algumas contradições nos resultados mostram que existe um longo caminho para aumentar a maturidade digital das empresas. Fez parte do estudo entrevistas com 550 gestores de TI, durante os meses de abril a maio, na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México

Embora 73% das entrevistadas manifestem desejo em investir em nuvem, 43% afirmaram não fazer uso da tecnologia. Os motivos são infraestrutura suficiente (38%), não enxergam valor (19%), questões de segurança (14%), falta de orçamento (14%) e não sabem como fazê-lo (12%).

Outro fator registrado na pesquisa foi em relação a falta de estratégia no uso da tecnologia. Empresas que usam a nuvem mantém o foco no armazenamento de informações. Entre os respondentes, 24% disseram que armazenam informações gerais, 18% registram e-mail, 11% guardam informações sensíveis do negócio, 11% registram dados do fornecedor, 7% aplicativos não tão sensíveis e 12% todas as anteriores.

“A computação em nuvem significa mais do que apenas armazenar documentos. Ela permite a empresas de todos os tamanhos ações mais rápidas, ágeis e flexíveis, redução nos custos de investimento em hardware e acesso igualitário à tecnologia de ponta, só para citar alguns”, explica Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

Trabalho flexível

Outro aspecto sobre a adoção dos serviços em nuvem é implementação de formas de trabalho flexível, home office e teletrabal­ho. A partir das informações coletadas, constatou-se que 62% das empresas brasileiras com tipos de trabalho flexíveis os implementaram a pedido dos funcionários, principalmente por motivos de gestão do tempo (13%), maior produtividade (8%), conforto (6%) e qualidade de vida (6%).

Os resultados, de acordo com os gestores em TI do País, foram positivos. Isso porque consideram acessar dados e aplicações de qualquer lugar ou dispositivo torna a equipe mais produ­tiva (88%). Outro fato é que 65% das empresas disseram que redesenharam o ambiente para se adaptar às novas formas de trabalho flexíveis buscam maior produtividade e melhor gestão do tempo pelo funcionário.

Paradoxalmente, 73% dos entrevistados acham que os funcionários são mais produtivos trabalhando no escritório do que de onde se sentem mais confortáveis e inspirados. E isso se deve, principalmente, à falta de confiança por parte dos diretores (80%).

Segurança

A segurança é um fator de preocupação para as empresas e 58% das entrevistadas declaram desejo de investir mais em proteção dos dados até o final deste ano. Porém, alguns comportamentos destacam brechas que podem comprometer seriamente os dados das companhias. Dos executivos consultados, 49% afirmaram que permitem que funcionários salvem informações em pendrive. Também deixam que encaminhem informações para o e-mail pessoal (52%).

Reflexo disso é que 35% das vulnerabilidades sofridas pelas empresas foram vazamento de dados e 32% ataques externos direcionados às informações da empresa.


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