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Quem usa BI fatura mais? Especialista indica que sim

Por Tadeu Kirch da Aceká Marketing Digital

em Analytics/big data

9 meses atrás

O segredo, no entanto, é usar tecnologia muito além de relatórios

Empresas que agregam tecnologia a suas decisões e ações de marketing tendem a ter melhores resultados comerciais, com receita até 40% superior, na comparação com as que não inovam nesta área, utilizando somente métodos tradicionais. O dado é de pesquisa do Institute for Business Value, da IBM, e foi realizado com base em respostas de 362 profissionais de empresas líderes de seus segmentos globalmente.

Segundo o estudo, quem utiliza sistemas para digitalizar processos de marketing e comerciais pode ver seu lucro bruto crescer a uma taxa até duas vezes maior do que os concorrentes que não o fazem.
Ainda de acordo com a pesquisa, os benefícios da tecnologia se aplicam a todas as áreas do marketing e comércio – desde a promoção, até produtos, serviços e precificação, entre outros quesitos.

Além disso, o levantamento revela que as empresas que investem em tecnologia para estratégias comerciais oferecem produtos e serviços mais corretamente dirigidos a seus públicos e em menores espaços de tempo.

Outro estudo, feito pela Forbes Insights, mostrou que 60% das companhias ouvidas veem a análise de dados, especialmente no formato self-service Business Intelligence (BI), como vantagem competitiva, e que 50% delas notou a obtenção de informações valiosas para suas tomadas de decisão a partir do uso desta tecnologia.

Apesar disso, uma pesquisa feita no Brasil surpreende ao mostrar que, há pouco mais de um ano, mais de 70% das empresas de tecnologia locais ainda se baseavam em dados imprecisos para as tomadas de decisões. O levantamento, feito pela Resultados Digitais, indicou que só 28% das brasileiras respondentes adotavam BI até então.

Um quadro que, felizmente, tende a mudar rapidamente. O Gartner aponta, em pesquisa recente, que os investimentos em BI e Business Analytics (BA) irão aumentar, somando receita global de US$ 22,8 bilhões até 2020 – foram US$ 18,3 bilhões em 2017.

Para especialistas do mercado, as características da tecnologia de BI e BA não deixam dúvidas sobre seu poder de aumentar receitas. “O software de BI não mostra o que e como se deve fazer, mas traz informações analisadas e enriquecidas que garantem insights poderosos para funcionar como motor de decisões assertivas e voltadas ao sucesso de cada ação do negócio”, afirma Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, empresa focada em self-service BI.

Para que isso aconteça, o executivo explica que o BI tem de ser usado para mais do que gerar relatórios, servindo para que pessoas de todas as áreas da organização examinem dados pertinentes a suas funções e, a partir deles, entendam melhor seus campos de atuação, as demandas do negócio e de seus públicos, e contribuam com melhorias para a estratégia gerencial, comercial e geral.

Ainda de acordo com Scheibler, a melhor estratégia de BI envolve o máximo de áreas possíveis: não é recomendável restringir o software aos departamentos de TI e à gestão das empresas.

“Gestores precisam de informação qualificada para dirigir uma companhia, é verdade. E a TI é importante para extrair dados, detectar e solucionar fontes, com certeza. Mas estas são possibilidades que o BI permite entregar a usuários também de outros departamentos, e, se assim for feito, haverá mais gente pensando, examinando, analisando o negócios, seus gaps e oportunidades”, comenta o especialista.

Haverá, em suma, mais usuários envolvidos na descoberta de dados a serem utilizados para o bem da estratégia de negócio, e na análise destes para gerar informações que colaborem para o sucesso desta estratégia.

Muitas pessoas dentro de uma empresa precisam tomar boas decisões para que o negócio, como um todo, evolua, cresça, venda, fidelize.

Desta forma, é correto admitir que muitas pessoas devem estar no escopo de uso do BI. Não restringir demais a utilização desta ferramenta possibilita, conforme especialistas, evoluir toda a organização para um patamar de maior circulação da informação e, principalmente, da inteligência de negócios. E isso é benéfico para todos os setores, de startups a grandes corporações.

“Gerenciar melhor o processo de venda? Ok. Mas por que não também melhorar a gestão de suprimentos, linhas de produção, distribuição, canais de logística, atendimento? Por que não usar BI não apenas pela TI, mas para melhorá-la, para deixar seus profissionais mais livres para ações estratégicas, que utilizem seu potencial e conhecimento para muito além das funções primariamente técnicas?”, questiona o CEO.

Em resposta, ele ressalta que o BI é um sistema tecnologicamente democrático: no formato self-service, torna-se mais amigável e fácil de usar, permitindo que toda empresa use a inteligência de negócios a seu favor e, com isso, cresça. “Toda empresa que desejar obter resultados de alto impacto positivo deve usar mais o BI. Simples assim”, sentencia Scheibler.


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