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TI tem de ser facilitadora, acredita Lyzbeth Cronembold, da Band

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em

3 meses atrás

Lyzbeth Cronembold, diretora de Tecnologia Digital (CDO) do Grupo Band, ajudava seus pais médicos e digitar na máquina de escrever os reembolsos dos planos que atendiam na década de 80. Esse processo despertou nela o interesse por buscar ou mesmo criar uma solução mais fácil, que agilizasse o trabalho. “Foi aí que comecei a me interessar por tecnologia”, afirmou em entrevista ao programa digital da IT Mídia, o Leadership Academy.

Para a executiva, que assumiu há alguns meses o posto de CDO, a tecnologia tem de atender o cliente interno e ajudá-lo a atingir seus objetivos. “Nós de TI, não somos fim. Somos meio. Facilitamos para que os negócios e a empresa possam cumprir seus papéis”, acredita.

Com a visão de que TI tem de estar próxima dos processos e ser facilitadora, Lyzbeth vislumbra um futuro diferente no papel do líder de tecnologia, que será cada vez mais especializado, assim como acontece na medicina.

Para fortalecer a liderança, Lyzbeth lê no momento o livro “The Internet to the Inner-Net: Five Ways to Reset Your Connection and Live a Conscious Life”, do evangelista do Google, Gopi Kallayil, que fala sobre a questão de sair do mundo das conexões para se autoconhecer e elevar o processo criativo, passando a ter consciência da sua contribuição no ecossistema. Acompanhe abaixo a entrevista completa com a executiva:


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